Semanada > H. Jackson Brown, Jr.
Cortar as asas
Recorto e anoto um pedaço do post no
Sobre o Tempo que passa. O problema é evidente e grave, e coloca-se na relação directa da falta de interesse (ou capacidade) em o resolver - politicamente falando. A mudança e as suas consequências mais pérfidas passam, infelizmente, pela fragilização dos jovens, que devem ir sobrevivendo, sobretudo aqueles que não tendo pais ricos também não acertam no euromilhões, saltando de emprego em emprego ou a sua correspondente ilusão temporária, para quem a mobilidade não é uma abstracção mas, quase, o quotidiano. O que assusta é que esses jovens, largados na vida sem protecções especiais (nem sequer do próprio sistema, que suspeita deles) e sem possibilidade de fuga, vão permanecer aqui, doce e democraticamente aprisionados, excluídos e sem futuro, à espera que Bruxelas resolva a dificuldade política ou que alguém poderoso tenha piedade, exigindo aos que se serviram em excesso do sistema a repor parte do que beneficiaram (e beneficiam), investindo aqui algum
capital de risco, ou, mais radicais, uns dinheiros a
fundo perdido - não sendo necessário tanto investimento quanto o que têm dispensado para a criação de emprego e riqueza noutros países mais rentáveis a pretexto da globalização ou da mundialização.
Será uma fatalidade esta negação do direito dos jovens a terem futuro, sendo evidente que o leitinho para as criancinhas não chegou para todas? Consolida-se, pois, a consciência de mais uma coisa estúpida a acrescentar a outras tantas, nos esteios de tudo isto mal amanhado… à vista trinta anos depois. Tanto mais quanto as repetidas cargas policiais, à esquerda e à direita, aqui e noutros lugares de
Schengen, começam a dar que pensar. E não venham dizer, quando a coisa estalar a sério, para justificar repressões e questões de Segurança, que os malvados são todos delinquentes ou terroristas… Na sua maioria, não têm nem emprego nem futuro. Assim sendo, estão por tudo.

(…) esses novos marginais da globalização, da europeização e do chamado desenvolvimento situacionista e que, sem ser por acaso, integra quase todos os meus filhos. Porque esses são a efectiva realidade deste pretenso paraíso que, sem qualquer espécie de solidariedade, lança no desemprego essa nova forma de escravatura doce.
Recorte do Sobre o Tempo que passa
Blog Sobre o tempo que passa
Acordo de SchengenEtiquetas: Jovens, Politica, Qualificações, Schengen
Uma lista para os desqualificados
The 100 most influential books ever written: the history of thought from ancient times to today é o título de um livro recomendável escrito por
Martin Seymour-Smith (1928-1978). O título pode ser entendido como pretensioso. Vasculhando aí uns “indíces”, desde os “tempos antigos” até hoje, conseguiremos certamente articular outros livros e outros títulos que impressionaram o andar das coisas ou a vida das coisas. Todavia, deixo a listinha que pode ter alguma utilidade. Não digo ler de empreitada os 100. Mas fazer uma escolha aí, sei lá, uns 20 seria muito útil.
I Ching;
O Velho Testamento;
A Ilíada e A Odisseia, de Homero;
Os Upanishads;
O Caminho e Seu Poder, de Lao-tzu;
O Avesta;
Anacletos, de Confúcio;
História da Guerra do Peloponeso, de Tucídedes;
Obras, de Hipócrates;
Obras, de Aristóteles;
História, de Heródoto;
A República, de Platão;
Elementos de Geometria, de Euclides;
O Dhammapada;
A Eneida, de Virgílio;
Da Natureza da Realidade, de Lucrécio;
Exposições Alegóricas das Leis Divinas, de Philo de Alexandria;
O Novo Testamento;
Vidas Paralelas, de Plutarco;
Anais, Da Morte do Divino Augusto, de Cornélio Tácito;
O Evangelho da Verdade;
Meditações, de Marco Aurélio;
Hipotiposes Pirrônicas, de Sexto Empírico;
Novenas, de Plotino;
Confissões, de Agostinho de Hipo;
O Corão;
Guia para os Perplexos, de Moisés Maimônides;
A Cabala;
Suma Teológica, de Tomás de Aquino;
A Divina Comédia, de Dante Alighieri;
Elogio da Loucura, de Desidério Erasmo;
O Príncipe, de Maquiavel;
Do Cativeiro Babilónico da Igreja, de Martinho Lutero;
Gargantua e Pantagruel, de François Rabelais;
Institutos da Religião Cristã, de Calvino;
Da Revolução das Órbitas Celestiais, de Nicolau Copérnico;
Ensaios, de Michel Eyquem de Montaigne;
Dom Quixote, de Miguel de Cervantes;
A Harmonia do Mundo, de Johannes Kepler;
Novum Organum, de Francis Bacon;
Primeiro Folio, de Shakespeare;
Diálogo Sobre os Grandes Sistemas do Universo, de Galileu Galilei;
Discurso Sobre o Método, de René Descartes,
Leviatã, de Thomas Hobbes;
Obras, de Gottfried W. Leibniz;
Pensamentos, de Blaise Pascal;
Ética, de Baruch Spinoza;
O Progresso do Peregrino, de John Bunyan;
Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, de Isaac Newton;
Ensaio Sobre a Compreensão Humana, de John Locke;
Os Princípios Sobre o Conhecimento Humano, de George Berkley;
A Nova Ciência, de Giambatista Vico;
Um Tratado Sobre a Natureza Humana, de David Hume;
A Enciclopédia, de Denis Diderot;
Um Dicionário da Língua Inglesa, de Samuel Johnson;
Cândido, de François Marie de Voltaire;
Senso Comum, de Thomas Paine;
Uma Pesquisa Sobre a Natureza Humana e a Causa da Riqueza das Nações, de Adam Smith;
Declínio e Queda do Império Romano, de Edward Gibbon;
Crítica da Razão Pura, de Immanuel Kant;
Confissões, de Jean-Jacques Rousseau;
Reflexões Sobre a Revolução na França, de Edmund Burke;
Reivindicações dos Direitos da Mulher, de Mary Wollstonecraft;
Uma Pesquisa Sobre Justiça Política, de William Godwin;
Ensaio Sobre o Princípio da População, de Thomas Robert Malthus;
Fenomenologia do Espírito, de George Wilhelm Hegel;
O Mundo Como Vontade e Representação, de Arthur Schopenhauer;
Curso em Filosofia Positivista, de Auguste Comte;
Da Guerra, de Carl Marie von Clausewitz;
Ou Isso/Ou Aquilo, de Søren Kierkegaard;
O Manifesto Comunista, de Karl Marx e Friedrich Engels;
Desobediência Civil, de Henry David Thoreau;
A Origem das Espécies, de Charles Darwin;
Sobre a Liberdade, de John Stuart Mill;
Primeiros Princípios, de Herbert Spencer;
Experiências sobre Híbridos das Plantas, de Gregor Mendel;
Guerra e Paz, de Tolstoi;
Tratado Sobre Eletricidade e Magnetismo, de James Clerk Maxwell;
Assim Falou Zaratustra, de Nietzsche;
A Interpretação dos Sonhos, de Freud;
Pragmatismo, de William James;
Relatividade, de Albert Einstein;
Tratado da Sociologia Geral, de Vilfredo Pareto;
Tipos Psicológicos, de Carl G. Jung;
Eu e Tu, de Martin Buber;
O Processo, de Franz Kafka;
A Lógica da Descoberta Científica, de Karl Popper;
Teoria Geral do Emprego, Lucro e Dinheiro, de John Maynard Keynes;
O Ser e o Nada, de Jean-Paul Sartre;
O Caminho para a Servidão, de Friedrich von Hayek;
O Segundo Sexo, de Simone de Beauvoir;
Cibernética, de Norbert Wiener;
1984, de George Orwell;
Histórias de Belzebu para Seu Neto, de Ivanovitch Gurdjieff;
Investigações Filosóficas, de Ludwig Wittgenstein;
Estruturas Sintácticas, de Noam Chomsky;
A Estrutura das Revoluções Científicas, de Thomas S. Khun;
A Mística Feminina, de Betty Friedan;
Citações do Comandante Mao Tse-tung, de Mao Tse-tung;
Além da Liberdade e da Dignidade, de B. F. Skinner.
Etiquetas: Livros, Qualificações, Vidas
It’s the stupidity, estúpido!

A Judite de Sousa, que tem sido uma péssima jornalista (é gozo), devia era ter aviado um canudo para ser uma boa jornalista. Ora vão-se lixar mais o raio de campanha para mentecaptos. Não teria sido melhor gastar o dinheiro numa campanha do género “Ele gosta do que faz e é um óptimo mecânico! Sabe-se lá se não seria um bom Físico!”. Ou melhor: o futuro a Deus pertence!
Esta coisa da necessidade de distribuir dinheiro na compra de espaços devia ser uma empreitada inteligente, com um justificativo inteligente, com suportes inteligentes, com conceitos inteligentes, sem esquemas.
Etiquetas: Estupidez, Politica, Qualificações
Não se faz, mas é desculpável

As
cavacas alentejanas não vêm para o assunto. Ficam aqui - e ficam muito bem com o post - porque foram oferecidas por uma amiga e, como se calcula, estou a trincar uma. Deliciosa, sublinhe-se. Vamos então ao assunto.
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Tendo em conta, como sempre, as linhas médias marcadas por baixo, não entendo o espanto quanto ao desconchavado certificado de habilitações do nosso primeiro-ministro
José Sócrates. Badala-me na cabeça, porém, no meio desta balbúrdia toda, em que todos querem mostrar mais que os outros, mesmo subserviências, o propósito que levou o primeiro-ministro a exaltar o seu perfil tecnocrático, divulgado numa revista, aquele composto de pessoa escorada na inflexibilidade, na exigência, na determinação, nos relógios suíços, quando, ao que parece, o que mais contava era o outro, o da sinopse da vida e da vidinha, também difundido noutra publicação periódica e que esbateu a patetice do primeiro registo lançado para animar os audazes e para intimidar os outros “animais ferozes“. A coisa é bem, bem, bem, próxima daquilo que o
Tomás nos apresenta, se for colocada apenas no plano pessoal, dos defeitos e das virtudes do José Sócrates - sendo que se houve intrujice, então é de carácter, hipótese que rejeitamos. Portanto, um “
perdoem-me” talvez caísse bem nas estimativas intimas deste povo dividido entre o insolente e o choramingas, mas com o coração na boca, o “
ai credo, vizinha, não me diga?…”, em que o rumor é mais poderoso que a notícia.

De facto o
Bloguitica tem razão quando nos remete para a nota do
Conquilhas, (note-se que o Vasques é um PS assumido), que disserta sobre os enviesados caminhos de Sócrates, um post que é assim como que sou da mesma opinião e da contrária se for necessário, dando uma palmada nas costas e uma alfinetada na nuca, mas calminha se fazem o favor, a coisa está para durar, em lume brando. Acresce ao post de Tomás um outro, do
José Mateus, que apresenta uma terceira alternativa a considerar, exequível na putativa remodelação do próprio gabinete (ou de alguns elementos menos profissionais), talvez o mais indicado num embrulho destas proporções, sem gestão perceptível da crise, um espectáculo descontrolado por uma coisa aparentemente acessória. Contudo, será aconselhável, antes de formar apressadamente uma opinião e enfileirar por um beco político sem saída, seguir as pistas do
Corta-fitas, que nos disponibiliza links para ficarmos com uma panorâmica do assunto na blogosfera.
No meio desta embrulhado, o facto engraçado é que o
Dr. PP afinal, quem diria, sempre tinha um recorte de jornal para mostrar. Quer dizer, não há ninguém das elites ou no mosaico das gentes poderosas que dê uma mãozinha ao primeiro-ministro.
Este silêncio é mesmo muito estranho.
Blog Boguitica
Blog hoje há conquilhas…
Blog Corta-fitas
Blog Claro
Blog AbruptoEtiquetas: Pântano, Politica, Qualificações, Universidades
Ó freguês, vai um tirinho?

Depois do
Perfil 1, com as características técnicas do profissionalíssimo político e o
Perfil 2, com as características humanas da pessoa com poder, a celeuma que se levantou sobre Sócrates ser ou não engenheiro, num país de doutores, instalou dúvidas que ainda não foram correctamente esclarecidas.
Não creio, aliás, que se tenha caído na presunção mentecapta de que ninguém iria descobrir as falhas nos certificados académicos, levando-nos, como é hábito, todos por pacóvios e por atacado. Tanto mais, sendo Sócrates um tipo inteligente, saberá que uma coisa é ser tratado com o prefixo de engenheiro nos corredores do Rato ou nas cerimónias e vassalagens oficiais, e outra é sustentar as suas qualificações para além do universo das submissões e perímetros políticos. Saberá também que já passou o tempo das licenciaturas apenas em cartão de visita, tal como hoje é mais difícil “comprar” diplomas como alguns que ainda administram a nossa praça. Licenciaturas, certificados, doutoramentos ou pós-graduações já não cantam cá no bolso, “que eu amanhã passo por aí a passar o cheque“, como muitos que conheço e que até, segundo consta, abarcaram boa gente nos palops. A exigência de reciclagem e qualificação não é local, mas antes de um colectivo europeu que pretende ser mais habilitado. Por isso, estou mais inclinado para que tudo isto seja um grande equívoco, apesar da documentação supostamente verdadeira de
António Balbino Caldeira, do blog Do Portugal Profundo ou das investigações sensatas do jornal
Público. Porque, a ser verdade, a coisa será tão absurda quanto tansa, acrescida pela enormidade da falsidade a sancionar.
Convém, pois, por uma questão de esclarecimento público escorreito, fazer eco da temática das qualificações e prefixos, à qual se pode apensar a legenda utilizada para a roubalheira, vai para uns anos, “se começamos a desvendar falsas licenciaturas, então vai mais de um terço do País para a reciclagem“. Por isso não fica mal deixar cair aqui umas sugestões de leitura.

No Abrupto, sobre Sócrates
Blog Abrupto
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Vá lá a gente conseguir definir uma linha média da balbúrdia. Leia-se sobre Sócrates no Almocreve das Petas
Almocreve das Petas -
Um pouco mais, para a gente perceber e em prol da causa pública. Leia-se sobre Sócrates no Adufe
Blog Adufe > Cursou Economia e saiu com Certificado de Gestão-
Ou no Bloguitica…
Blog Bloguitica > O Público e a licenciatura de Sócrates-

E aqui… no Tempo que passa. É… é mainstream!
Blog Sobre o Tempo que passa > Redemoimnhos e Mainstream-
Também o Luís Carvalho faz um apanhado desta poeira que andar no ar, uma que nos vai entrar pelos olhos, outra que assentará nas calmas águas estagnadas do pântano.
Blog Instante Fatal > Afinal Sócrates é engenheiro?Etiquetas: Imoralidades e éticas, Politica, Qualificações
3,9% é bom?

Não posso deixar passar este textinho do
Luis Carvalho, oportuno num tempo em que andamos todos a embandeirar em arco com os 3,9%. Sublinho e anoto um excerto:
«Quantos brasileiros não se cruzam connosco diariamente e nos provam o seu profissionalismo? Que seria de Portugal sem esta troca de culturas e raças? Esta gente que tão bem se misturou entre nós, será decerto uma das razões pelas quais Portugal não se afundou ainda mais. Eles contribuem para a qualidade dos serviços e para uma postura de responsabilidade que infelizmente não encontramos na maioria dos portugueses, sem habilitações, sem competência e sem vontade de trabalhar. E nem vou falar do canalizador que me apareceu à porta de Audi A4 e me queria levar 100 euros para mudar a anilha de uma torneira….»Talvez a nota do Luis Carvalho seja redutora quanto ao empenho e capacidades dos portugueses. Ou, se calhar, tirando uma linha média, até acerta em cheio. O último canalizador que veio a minha casa, apenas para desentupir um cano, demorou quase uma hora e levou 150 euros. Vinha montado num Renault 4 a cair de podre.
Vá lá a gente entender.
Blog Instante Fatal
Etiquetas: Qualificações, Tecnologias
Acréscimos educativos

Para não descurar esta necessidade imperiosa nacional de reeducar os activos, recomenda-se verficar se ainda há espaço na boa-vontade criteriosa da
Comissão Fulbright. No caso sugere-se a Gestão Pública de Saúde.
Fundação FulbrightEtiquetas: Qualificações
As gretas…

… de oportunidade, qualquer coisa parecida com “janelas de oportunidade” em países civilizados, são aqueles interstícios por onde deslizam uns dinheirinhos que um ilustrado canalizador se encarregou diligente de encaminhar.
O post no
Bloguítica aborda um exemplo dessas gretas que enfatizam o mistério neste triângulo lusitâno das Bermudas, em que tudo se some, inclusive a memória e o erário público.(

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Etiquetas: Negócios, Politica, Qualificações
Em prol das Culturas…
… e das qualificações das classes desqualificadas, uma citação todos os dias. Hoje, por obstinação, mais uma de Machado de Assis:
«Era homem como os outros; outros Aquiles andam por aí que são da cabeça aos pés um imenso calcanhar».
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… e coisas de bolso, uns dicionários, para entender as terminologias, os motivos e, quem sabe, os efeitos.

Etiquetas: Qualificações
What is graphic design?

... e uma nota dedicada o
meu amigo Manel, já diplomado pela
Escola António Arroio, empenhado agora na sua licenciatura na
Universidade Lusófona, e que virá a ser certamente um dos melhores
designers gráficos, já que tem bons mestres.
Visualizar ideias...
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Graphic design is the most ubiquitous of all the arts. It responds to needs at once personal and public, embraces concerns both economic and ergonomic, and is informed by many disciplines, including art and architecture, philosophy and ethics, literature and language, science and politics and performance.
Graphic design is everywhere, touching everything we do, everything we see, everything we buy: we see it on billboards and in Bibles, on taxi receipts and on websites, on birth certificates and on gift certificates, on the folded circulars inside jars of aspirin and on the thick pages of children's chubby board books.
Graphic design is the boldly directional arrows on street signs and the blurred, frenetic typography on the title sequence to E.R. It is the bright green logo for the New York Jets and the monochromatic front page of the Wall Street Journal. It is hang-tags in clothing stores, postage stamps and food packaging, fascist propaganda posters and brainless junk mail.
Graphic design is complex combinations of words and pictures, numbers and charts, photographs and illustrations that, in order to succeed, demands the clear thinking of a particularly thoughtful individual who can orchestrate these elements so they all add up to something distinctive, or useful, or playful, or surprising, or subversive or somehow memorable.
Graphic design is a popular art and a practical art, an applied art and an ancient art. Simply put, it is the art of visualizing ideas.”
Jessica Helfand
Etiquetas: Design, Qualificações