Semanada >   H. Jackson Brown, Jr.
When you lose, don't lose the lesson

sábado, abril 04, 2009

Névoa no pântano?

Esta é fresquinha, de hoje, 4 de Abril, e está no quase blogue do João Soares que, timidamente, lá vai afirmando não resistir “a ir contra a corrente das "verdades" feitas e do politicamente correcto”, declaração que muito me delicia. O post – se assim se pode classificar – diz respeito ao senhor Domingos Névoa, com o título “Névoa”. Passo a transcrever, já que vale a leitura.
Acrescento, porém, que também considero a história muito, mas mesmo muito mal contada, apesar de não isentar o “Xôr” Domingos (que cumprimentei uma única vez) de culpas, tendo ficado espantado com a sua ingenuidade aquando da novela da tentativa de “corrupção”, considerando os milhões que movimenta nos seus negócios.

Mais que névoa em torno de Domingos Névoa. Um homem que conheço, e sei ser um homem de trabalho. Nada que ver com especuladores financeiros que por aí há. Não acredito na história da corrupção contada pelos manos Sá Fernandes. Há muitas curiosidades nesta quase unanimidade na condenação (antecipada, não há transito em julgado) de Névoa. Até o meu camarada banqueiro Cravinho vem à liça, depois do prefácio ao livro de um outro colega banqueiro. Sei que escrever isto só pode trazer chatices, calúnias, e o habitual rol de impropérios dos treinadores de bancada que por aí há. Mas quem não deve não teme. E eu nunca resisto a ir contra a corrente das "verdades" feitas e do politicamente correcto.
botlink Página pessoal (blogue?) de João Soares


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sábado, julho 26, 2008

A outra reserva estratégica



E nós por cá, lá vamos, ora em pé e contentes, ora estatelados nesta coisa que salpica para todos.






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terça-feira, outubro 23, 2007

Ruídos estranhos ? Porreiro, pá!


Bom… se João Villalobos, do Corta-fitas, está a sob escuta, suspeita fundamentada nos ruídos estranhos que se agitam no tecto, chão dos vizinhos de cima, aproveito a oportunidade para informar que comigo também se passa o mesmo, mas com os vizinhos de baixo. Teremos então, com uma margem curtíssima de erro, dois portugueses atentos aos ruídos esquisitos. Acresce um terceiro, contando com o nosso excepcionalíssimo PGR).



Para constituir um padrão, auscultei dois primos, sendo que um também garante que ouve ruídos quando está a falar ao telefone, seja no telemóvel ou no fixo. Suspeita,, com seria de esperar, de todos os vizinhos, os de cima, os de baixo, os do lado. No fundo, desconfia de toda a gente. Assim sendo, podemos concluir que apenas um português em cada cinco não está a ser escutado. O que, convenhamos, é uma boa média para uma democracia como a nossa, a dar os primeiros passinhos, vai para uns trinta e poucos anos. Este padrão suscita-nos um outro: é que um em cada cinco portugueses vive afundado na pobreza, atolado no nosso equilibradíssimo, justíssimo, excepcionalíssimo pântano. Assim sendo, será que podemos deduzir que os ouvidores não escutam os pobres…

Blog Corta-fitas

filete-picotado

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sexta-feira, setembro 07, 2007

Os pós dos voares...



As borboletas quando tocadas nas asas deixam de voar?

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quarta-feira, abril 11, 2007

Não se faz, mas é desculpável


As cavacas alentejanas não vêm para o assunto. Ficam aqui - e ficam muito bem com o post - porque foram oferecidas por uma amiga e, como se calcula, estou a trincar uma. Deliciosa, sublinhe-se. Vamos então ao assunto.
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Tendo em conta, como sempre, as linhas médias marcadas por baixo, não entendo o espanto quanto ao desconchavado certificado de habilitações do nosso primeiro-ministro José Sócrates. Badala-me na cabeça, porém, no meio desta balbúrdia toda, em que todos querem mostrar mais que os outros, mesmo subserviências, o propósito que levou o primeiro-ministro a exaltar o seu perfil tecnocrático, divulgado numa revista, aquele composto de pessoa escorada na inflexibilidade, na exigência, na determinação, nos relógios suíços, quando, ao que parece, o que mais contava era o outro, o da sinopse da vida e da vidinha, também difundido noutra publicação periódica e que esbateu a patetice do primeiro registo lançado para animar os audazes e para intimidar os outros “animais ferozes“. A coisa é bem, bem, bem, próxima daquilo que o Tomás nos apresenta, se for colocada apenas no plano pessoal, dos defeitos e das virtudes do José Sócrates - sendo que se houve intrujice, então é de carácter, hipótese que rejeitamos. Portanto, um “perdoem-me” talvez caísse bem nas estimativas intimas deste povo dividido entre o insolente e o choramingas, mas com o coração na boca, o “ai credo, vizinha, não me diga?…”, em que o rumor é mais poderoso que a notícia.
De facto o Bloguitica tem razão quando nos remete para a nota do Conquilhas, (note-se que o Vasques é um PS assumido), que disserta sobre os enviesados caminhos de Sócrates, um post que é assim como que sou da mesma opinião e da contrária se for necessário, dando uma palmada nas costas e uma alfinetada na nuca, mas calminha se fazem o favor, a coisa está para durar, em lume brando. Acresce ao post de Tomás um outro, do José Mateus, que apresenta uma terceira alternativa a considerar, exequível na putativa remodelação do próprio gabinete (ou de alguns elementos menos profissionais), talvez o mais indicado num embrulho destas proporções, sem gestão perceptível da crise, um espectáculo descontrolado por uma coisa aparentemente acessória. Contudo, será aconselhável, antes de formar apressadamente uma opinião e enfileirar por um beco político sem saída, seguir as pistas do Corta-fitas, que nos disponibiliza links para ficarmos com uma panorâmica do assunto na blogosfera.
No meio desta embrulhado, o facto engraçado é que o Dr. PP afinal, quem diria, sempre tinha um recorte de jornal para mostrar. Quer dizer, não há ninguém das elites ou no mosaico das gentes poderosas que dê uma mãozinha ao primeiro-ministro.
Este silêncio é mesmo muito estranho.

Blog Boguitica
Blog hoje há conquilhas…
Blog Corta-fitas
Blog Claro
Blog Abrupto

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segunda-feira, abril 09, 2007

Enfiar os capuchinhos?



Pintor, não é, ó José Mateus de Cavaco e Silva? Pois... os capuchinhos e os lobos maus já não são o que eram, claro. E isto da Comunicação já não é o que era… nos seios dos jornais.

Blog Claro
Site de xmp soluções

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sábado, abril 07, 2007

Hoje já é Sábado



Bom… já passou a sexta-feira santa e acabou-se o refreamento na comida suculenta. Por isso, um brevíssimo sublinhado.
Já não estamos no pântano de Guterres, estamos num pântano à beira do abismo. É como um patinador sobre um gelo muito fino que pode quebrar a qualquer momento. É preciso que alguém trave a queda"
Joaquim Aguiar, no DN online

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