Semanada > H. Jackson Brown, Jr.
Bonita reserva estratégica
Isabel dos Santos, filha de José Eduardo dos Santos
Etiquetas: Angola, José Eduardo dos Santos, Negócios
(color est ) E Pluribus Unum

Aos cinco anos, não sei por que carga d’água, já era sócio do
Benfica, com cartão e tudo - que ainda guardo - e lá ia todos os Domingos, de mão dada com o meu pai, para um lugar - não sei se cativo - que era sempre o mesmo no antigo
Estádio da Luz. Por contra-senso, essa dose excessiva de bola afastou-me do espectáculo, não deixando, porém, de gostar de um bom jogo, independente do clube. Nunca fiz alguma referência a um clube de futebol neste blog - quem sabe por ter conhecido um dos grandes por dentro. Mas hoje, pelos acontecimentos recentes na
Câmara Municipal de Lisboa e pela engraçadíssima campanha que se aproxima para as eleições intercalares, não posso deixar de sugerir a leitura de uma notícia no
Diário Digital, relacionada com o
Sport Lisboa e Benfica. Não faço comentário.
Caro
Luís (LNT para os amigos), o epicentro não são os “patos bravos” e as formiguinhas… A coisa é bastante mais complexa. Precisamente por ser complicada é que é muito tentadora para espectadores curiosos como eu.
A Notícia no Diário Digital
Site do Sport Lisboa e BenficaEtiquetas: Câmara de Lisboa, Negócios, Sport Lisboa Benfica
Ler Devagar
A propósito da nova posição de Pina Moura, fui parar ao Blog de Raimundo Narciso,
In Extenso, e da leitura sublinhei uns pedaços de texto sobre
Barros Moura e a
Plataforma de Esquerda:
(...) fidelidade aos ideais humanistas, a procura da utopia sem se desligar da realidade, deve implicar a rotura com o que ontem parecia justo mas a realidade desmentia.
(...) não queria que, num país como o nosso, onde os políticos, com frequência injustamente, estão sob suspeita, restassem dúvidas de que era o dinheiro que o movia.
(...) Rigor, Competência, capacidade de trabalho, combatividade, fidelidade a princípios.
(…) movimento de busca de novos caminhos para os objectivos de sempre: um futuro melhor, mais livre e mais justo para os Portugueses, densificando os conceitos de Liberdade e Democracia, não deixando que os sonhos de utopia frustrassem os ensinamentos da modernidade. Neste movimento em que se distinguiram, entre outros, José Luís Judas, Pina Moura, António Graça, José Ernesto Oliveira, Mário Lino, António Teodoro, Mário Vieira de Carvalho, Miguel Portas, Fernando Castro, Victor Neto, e muitos outros, Barros Moura foi sempre uma voz indispensável.
Blog In Extenso > Barros MouraEstados GeraisUm sublinhado do site
Cosmopolis sobre a
Plataforma de Esquerda e a
Política XXI:
Foi formado em 1992 por dissidentes do PCP como José Barros Moura, Miguel Portas, José Jorge Letria, Daniel Oliveira, Joaquim Pina Moura, José Luís Judas, Raimundo Narciso, Mário Lino, e José Magalhães, entre outros. Extinguiu-se dois anos mais tarde quando a maioria dos seus elementos aderiu ao PS.
Mais adiante nasceu Política XXI, um movimento que agrupou activistas da Plataforma de Esquerda, de um antigo movimento de resistência antifascista, o MDP, e activistas estudantis independentes que se revelaram nas lutas pelo acesso democratizado à Universidade e pela sua gratuidade. A Política XXI será uma das três formações que estará, em 1999, na origem do Bloco de Esquerda.
Site cosmopolis, de José Avelino MaltezEtiquetas: Amnésias, Ex, Negócios, Politica
Sobre o tempo que passou

Acreditem que não devem perder as notas que o
Prof. José Adelino Maltez nos oferece para a leitura de hoje. Qualquer opinião seria presunção minha e já não tenho bicos dos pés de tanto me espetar, qual emplastro, nas fotografias dos outros. Deixo um recorte e um link para ajudar a chegar ao sítio que, com algum exagero, convenhamos, começa a ser qualquer coisa parecida com um “oráculo”. Até os que nunca o referenciaram, já lhe fazem vénia. Aleluia.
«Andamos a formar professores para que estes tratem de formar novos professores num ciclo de sucessivas intelligentzias que nunca sabem o que é a vida. Há cada vez mais professores de história, mais professores de filosofia, mais professores de literatura e mais professores de semiologia e cada vez menos historiadores, filósofos, literatos e de comunicadores. Como se muitas das actividades profissionais não nascessem desse pequeno grande nada que é a vocação, desse pequeno grande nada que é a vontade. Como se não pudesse haver self made men, e portadores dessa centelha de génio que é a inspiração.»
Blog Sobre o tempo que passaEtiquetas: Negócios, Universidades, Vidas
A solução engendra outro buraco

Passaram quase sete anos desde que batemos com a mão no peito e admitimos que havia um buraco imenso, um poço tapado com um embuste nas rubricas, iludidos que foram os pacotes da despesas com os de investimento e vice-versa, entre outros endrominados expedientes para ir aguentando impolutos o regime e o sistema, entre diferentes vacas, as gordas e as magras, como que um estroinar de putos, ao desenvolvimento e ao crescimento, imitando a gente crescida que sabe de Estado e que sabe de Mercado.

Quando o buraco foi desvendado ao público, o pobre do contribuinte sabia o que isso queria dizer e quem iria corrigir os intrujices financeiras sistematizadas à boa maneira portuguesa. Sem se conseguir separar os gémeos, separando as culpas, se do da direita se do outro da esquerda, se da coisa pública ou se da coisa privada, lá se foi em rumor culpando o que ontem foi útil, mas hoje embaraçoso, com a conivência das elites - e vejam-se que elites… - e dos utentes sistemáticos das gamelas. Ainda hoje, apesar do coitado do Estado estar a ser o mau da fita - o que é conveniente, porque assim, sentindo-se culpados, os contribuintes pagam sem agitações incómodas - não conseguimos enxergar de modo claro se a responsabilidade recai sobre o patamar decisor do Estado se nos centros de decisão civis. Termos admitido que Portugal era
o país do buraco - tal como a Rússia, o país/cesto sem fundo, insisto - também conseguiremos hoje, olhando para o tipo de “reformas” e para os balcões intermediários do Estado, quem foi e quem é ainda hoje o pessoal do défice que, se for verificado com alguma atenção, notaremos que apenas mudaram de lugar, mas mantém-se no circuito do dinheiro. Ora, não afastando os veteranos especialistas em distribuir o nosso dinheiro pelas capelinhas do projecto e da obra, não tenhamos qualquer dúvida que apenas estamos outra vez afazer jogos com os envelopes e com as gaveta. E o esforço na carteira do colectivo valerá zero, porque as taxas escorregarão todas para novas sangrias, mascaradas com outras seriedades, que justificarão, também as novas argumentações, a necessidade de comprar dinheiro barato lá fora para alcançarmos um crescimento satisfatório na contabilidade europeia que, tal como o anterior, não terá efeitos no bem-estar da vida do cidadão comum português - bem pelo contrário. E aí sim, daqui a uns sete ou oito anos, é que sofreremos os choques todos de uma assentada, atestaremos também o nível da nossa impotência democrática e o grau de manipulação a que estamos sujeitos quando se trata sobretudo de dinheiro e de negócios.
Etiquetas: Negócios, Politica, Vidas
Sobre os Correios, os selos e afins
Não sei, façam como entenderem, mas talvez seja de ler esta nota no
A Blasfémia, sobre os nossos Correios e negócios afins. Ou então desliguem e vão ver o Sport Tv. Mas depois não venham com críticas e irritações amacacadas.
Blog a Blasfémia > Lucros e preços fictíciosEtiquetas: Negócios, Politica
Tou xim…?
“Então…? Tou… Xim…. Tou aqui na Ota axepéra de xi, não xei xe xe recorda, marcou comigo um encontro para me ditar a minuta da excritura do bocado de terra prometida. … … … … Hã… Quê?… Já não pode? Empenhou-xe? Quê?… Pexoalmente? Qué ixo? Não pode vir?… Não raxcunha?… A xixi?… O Xixi? Isso équera engraxado… Quero cá xaber dixo! Vem e vem poix que xou eu que mando! E xe voxê extá empenhado é comigo!”
Creio que foi em 1973 que se fez, com algum recato militar, a primeira chamada através de um telefone portátil de pilhas, diferente dos usados nos carros, com bateria. O telefones celulares proliferaram nos anos 80. Daí até hoje a evolução tecnológica neste tipo de comunicações foi qualquer coisa tão rápida quanto fantástica. Os jovens hoje nem sabem o que era andar com um “tijolo” no bolso ou acartar com uma bateria e um auscultador.
Quando abordamos as tecnologias envolvidas numa plataforma como um aeroporto, descobrimos uma enormidade de coisas complexas, quase todas, em grande medida, sustentadas pela informática e portanto com uma velocidade de renovação particularmente assustadora. Não creio, pois, que as aeronaves, vulgo aviões, sejam os mesmos daqui a quinze anos. Tal como a mentalidade dos passageiros internacionais será muito diferente da actual. Para não referir as questões de segurança. Pois é… “Tou xim?…”
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Das Otas e dos ventos laterais
Apenas um destaque: «
Cada vez que ouço algumas personalidades falar sobe o tema dou comigo a pensar se estará a dizer a sua opinião ou se foi pago por alguém para o fazer. São demasiados milhares de milhões de euros para podermos ser ingénuos ao ponto de acreditar que todos os intervenientes no debate estão a defender os interesses do país em vez dos seus próprios interesses »
JumentoEtiquetas: Negócios, Obras Públicas, Politica
As gretas…

… de oportunidade, qualquer coisa parecida com “janelas de oportunidade” em países civilizados, são aqueles interstícios por onde deslizam uns dinheirinhos que um ilustrado canalizador se encarregou diligente de encaminhar.
O post no
Bloguítica aborda um exemplo dessas gretas que enfatizam o mistério neste triângulo lusitâno das Bermudas, em que tudo se some, inclusive a memória e o erário público.(

)
Etiquetas: Negócios, Politica, Qualificações
Agora…
… que acabámos de bailar às pedagógicas Opas e enchemos de milhões a perder de vista as contas nos offshores, os bolsos de uns quantos mediadores, um pouco os cofres do Estado e a PT Multimédia serenou, será que podemos, sem pressa, retomar as notícias sobre a Operação Furacão? É que ouvi, anteontem, se não estou em erro, falar novamente de sobreiros… Fiquei curioso, pois corria por aí que Paulo Portas pretende dar uns retoques na Direita, artisticamente falando.
Etiquetas: Negócios, Politica, Until further notice
Segundo a Unicef…
… mais de 250.000 crianças foram recrutadas ou usadas em conflitos armados em 2006, informa-nos João Soares no seu site pessoal (

, fica o link para o site, visto não ser possível o link para o post ). Não é apenas uma “vergonha”, João. É um escândalo a acrescentar a tantos outros que decorrem da desumanidade de muitos poderes. Alguns, infelizmente, ainda consideramos “janelas de oportunidade“, na frieza dos objectos dos “Negócios de Estado“.
Etiquetas: Negócios, Ocultos, Politica, Vidas
Euro…

… Area. Isto

terá alguma veracidade? E isto

será de considerar ? E Isto

?
Até parece um jogo ao género de charada.
Ora… sudoku! Queremos cá saber disso.
Etiquetas: Jogos, Negócios, Politica
Aha! Um microscópio…

Edit Szani, age 8. My Dog. Oil pastel on black paper. Stone Soup Museum
… de longo alcance. O Bloguítica, de Paulo Gorjão (

), não tem sido para mim uma leitura diária. Se calhar devia ponderar as minhas escolhas. Por uma questão de organização troquei uns links na lista da coluna do lado. A ver se resulta.
Não acredito que o Bloguítica ande a navegar no vazio sobre as recentes aparições, legendadas, traduzidas, interpretadas do Dr. Luís Filipe de Menezes, da margem esquerda do (Rio) Douro.
«… a 'secreta' Longoalcance, de Matosinhos, fez um estudo sobre como levar Luís Filipe Menezes à liderança do PSD, quem sou eu para duvidar?» Acrescente-se que quem ajudou Carlos César a chegar à presidência dos Açores, no estado em que está Marques Mendes e o Porto cidade, Filipe de Menezes, a Norte, são amendoins. ( link
)
Etiquetas: Negócios, Politica
Sem...
... palavras (adequadas) para a reabilitação.
Etiquetas: Negócios, Politica, Vidas
Opep do gás?
Nestas coisas energéticas as amnésias são frequentes. Mas há sempre uns chatos que se dão ao incómodo de rememorar, creio que para ver se os pacientes, inertes, respondem mexendo o dedo mindinho.
«O Presidente eleito da Bolívia, Evo Morales, nacionalizou a indústria do gás a 1 de Maio de 2006. Esta nacionalização traduziu-se num aumento de 60% da receita do Estado boliviano no sector. As dez multinacionais que actuam na Bolívia foram obrigadas a renegociar os contratos em bases mais favoráveis aos bolivianos. A Bolívia arrecadou mais 630 milhões de dólares, o equivalente a 6,7% do PIB. A noticia é da BBC e não do Granma, (
ou
), ou mesmo do Pravda (
) dos tempos em que o Pina Moura não estava ainda na Iberdrola (
).»
Transcrevo, quase em copy/paste, mas não garanto que a nota seja fidedigna e que não se tenha perdido alguma coisa na sua trasladação da fonte para o joaosoares.net (

). No entanto, tendo em conta que Portugal ainda é membro da Comunidade Europeia, retirando pois a peregrinação ao oratório das nacionalizações, importa reter três aspectos desta nota de JS. O primeiro tem a ver com facto de ainda se nacionalizarem indústrias no ano de 2006. Se foi de facto a 1 de Maio do passado ano, então alguma coisa de grave se está a passar para aquelas bandas do planeta. O segundo aspecto relega-nos para um cenário com dez multinacionais a operarem na Bolívia, não sei se apenas no segmento do gás ou se no sector energético. E, por último, o nome de Pina Moura, que nos recorda a sua misteriosa entrada em cena no ministério das Finanças, a sua misteriosa saída do palco das contas públicas, a sua misteriosa entrada em cena na Energia, não por via do engajado chefe de gabinete - aliás, exuberante na sua passagem por Cascais no tempo de Judas - mas através da Iberdrola e parceiros afins (Gazprom,

e Sonatrach,

,

- será ?), coisas, portanto, assaz misteriosas e secretas, enquadradas em negócios de estado e de sumo interesse nacional.
Pela notória transcendência do assunto, remeto, pois, para esta nota no Viela da Fonte
, de João Toucha, a propósito do Jantar/palestra sobre generalidades do Pacote Preventivo, com a presença do Eng. João Cravinho.
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Será da minha vista,…
Alger. Changeur d'argent-1918… do hidrocarboneto gasoso na botija do velho catalítico ou vi uma ponta do “aparelho” do Partido Socialista sentado na reunião na islâmica argel.dz, a 36°42' N 3°13' L? No mínimo, nestas coisas das trocas comerciais, espero que não se tenham esquecido de negociar um desconto na conta do gás e descerrar uma lápide em memória dos “corsários” nossos amigos, que tantas vezes fundearam as barcas nas costas da Ilha Terceira, com a alocução memorativa em língua berbere em extinção, a dos “homens livres “.

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A Colecção Berardo…
Alan Davie. Portrait of a Buddhist, 1960.… e as urtigas. Mais ou menos curiosos quanto ao desfecho, durante os últimos anos muitos acompanharam as notícias sobre a Colecção Berardo

, então estacionada em Sintra. Quando nestes meses recentes se instalou a polémica entre Joe Berardo e o Estado português, com a Ministra da Cultura a reconsiderar a sua posição e a ceder, não se sabe bem a que pressões ocultas, o que sobrou foram algumas partes balbuciantes e umas quantas frases enigmáticas, que não substanciaram o âmago da controvérsia. Dizia-se que o assessor do engenheiro Sócrates, penso que Alexandre Melo, estaria no centro da contenda, tomando partido pelo Comendador Berardo. Dizia-se... Quase tudo foi dito e a maior parte dos mexericos regurgitavam das “elites” alinhadas no universo da Cultura, em particular daquelas que aproveitam qualquer ocasião para alfinetar a ministra, usando por vezes expressões de caricatura um pouco desabridas. No entanto, após o espectáculo, sobejou a impressão que a opção final não foi bem explicada, faltando dizer mais umas quantas coisas sobre o negócio. Eis, pois, que se retoma a conversa, neste post

de
Eduardo Pitta, no blog
Da Literatura, com o título “
Basta!”, do qual recortei este remate: «
Reconheço com desânimo que parecem ter razão os que diziam, e continuam a dizer, que o comendador apenas pretende valorizar a colecção — mantendo-a exposta com suporte institucional até 2016 —, obtendo mais-valia se e quando decidir vendê-la, no todo ou em parte, a coleccionadores (ou museus) estrangeiros. Realmente inadmissível. Portanto, para grandes males, grandes remédios. A Fundação deve ser extinta e o futuro museu mandado às urtigas».
Aos que se interessam pelos negócios no mercado da Arte, sobretudo os negócios que envolvem milhões, recomendo a leitura atenta da nota, acrescentando, modestamente, um pequeno reparo, apontando o facto de aparentemente se terem esquecido que estavam a negociar com o Comendador Joe Berardo. O que, convenhamos, também é “
realmente inadmissível“. Sugiro igualmente que se espreite este link

e ainda este

.
«(…)
só quem acede à arte é capaz de reconhecer o potencial do que é inovador»
Etiquetas: Artes, Negócios, Politica
Haja alguém…
… que finalmente consegue a “quadratura do círculo”, numa brevíssima expressão verbal:
«(…) eu votei no governo,
não votei em comissões técnicas.»
Jorge Coelho, in Programa Quadratura do Círculo. Hoje.
Etiquetas: Negócios, Politica
Deslumbramento…
… Tecnológico ou os efeitos alucinatórios imediatos da anunciação do
QREN.
Etiquetas: Artes, Negócios, Ocultos, Politica, Vidas
Bangalores...

... e Bangalores.Voltamos à cábula dos "choques", tecnológicos, claro, e às sete maravilhas do mundo da "inovação", da investigação e das novas tecnologias.

Etiquetas: Espionagem, Negócios, Politica