Semanada > H. Jackson Brown, Jr.
Crescidinhos...
Creio que estamos a entrar num período muito significativo de maturidade política, democrática e de liberdade de expressão.
Etiquetas: Politica
Mentir é um estado de espírito ?…
Ou será um estado d’alma?
Ou um sinal de qualificação?
O meu primeiro blog, o
2B, tinha por legenda “
Se tudo o que há é mentira/É mentira tudo o que há/A nada, nada se tira/ A nada, nada se dá. De Fernando Pessoa. Hoje, ao ler no
Sorumbático o artigo da
António Barreto, publicado no Público de ontem, saltou-me na mente a antiga sentença e, por isso, achei que seria útil recomendar a leitura do texto com o título “
Da mentira como virtude política”. Leiam, simpáticos e escassos visitantes. É o mesmo que olhar o espelho. Excelente.
A democracia vive hoje da mentira. Sob todas as suas formas: ocultação, contradição, correcção, circunstância superveniente ou melhor ponderação. A política tem regras parecidas com as que vigoram no futebol, nalguns negócios e na guerra: o único critério importante é ganhar. Só são condenados os que mentem e perdem. Os que mentem e ganham são respeitados.
(...)
Será possível contrariar esta nefasta tendência para a mentira? É difícil. Não há esperança nos deputados. Como estes se tratam sempre, uns aos outros, de mentirosos, já ninguém acredita. Se a nossa imprensa, escrita, falada ou televisiva, estivesse à altura, talvez a sucessão de mentiras não fosse tão rica. Mas também parece que, com frequência crescente, a imprensa gosta deste novo hábito. Que usa com volúpia. Ou perdoa com malícia.
Blog Sorumbático
Etiquetas: Mentira, Politica
Défice nos 3%. Assevera-se.

Não vale a pena desconsiderar. Faz parte do jogo. A manifestação organizada pela CGTP, que trouxe para a rua quase 200 mil manifestantes, deve ser seriamente ponderada e enquadrada no contexto duma nova fase política de maior contestação ao governo, apenas a dois anos e meio de mandato, em que os factores de “sossego” se poderão transformar em factores de inquietação perante a circunstância de perca da maioria absoluta ou mesmo do poder. A CGTP, que está a descobrir o seu papel na outra face da moeda, aproveitando a ineficácia da UGT, mostra a capacidade de mobilização e de reajustamento logístico, e vai ter oportunidade de demonstrar nos próximos tempos o que apreendeu ao longo de 30 anos, encontrando pretextos de sobra para empreender. Junte-se a este factor de agitação a nova situação no PSD, em duas frentes, no parlamento e no terreno. Acrescente-se, apesar de tudo, um discurso reivindicativo e de confronto, que não pode ser descontinuado, que é o de um Bloco de Esquerda mais estabelecido no sistema. E imagine-se que o CDS até consegue fazer ouvir as suas objecções, pela agressividade do regressado líder. Tudo somado, teremos a noção da intensidade de um fluxo contínuo de contraposições desgastantes, dirigidas quase em exclusivo para José Sócrates, que, aliás, por razões certamente fortes, teima em não remodelar, sendo manifesta a necessidade de o fazer, muito embora se compreendam as dificuldades dum novo alinhamento com as eleições já no horizonte.

Etiquetas: Oposição, Politica
L’Art engagé ?
« Les oeuvres d’art sont-elles des réalités comme les autres ? »Il est vrai que l’art s’adresse à un public, donc à d’autres hommes. Certains théoriciens ont aussitôt dévalé cette pente, pour voir dans l’art une forme de « communication », un moyen pur et simple de propagande politique. D’où la théorie de l’art engagé. Voltaire serait artiste parce qu’il a inauguré le pamphlet politique. Sartre dit que les mots sont comme des balles, il faut savoir sur qui on tire ! Sous-entendu : il faut tirer sur les bourgeois qui sont la vraie cible et protéger les travailleurs. Mais la seule motivation militante fait-elle de l’art ? Si l’on veut seulement militer, autant se lancer dans la politique, c’est le lieu adéquat pour s’exprimer !
Site RP
Etiquetas: Artes, Politica
Os esquemas que correm com a seiva

São raríssimas as coisas que se desenrolam transparentes, escorreitas, limpas. Está-nos no sangue usar da mentira, dos esquemas, das vigarices, empregar espantosas teatralidades, como diria Pitigrilli, molhando, secando, esfregando, amarrotando as notas falsas para parecerem verdadeiras. Enfim… especializações de manha saloia que se entranharam no modo de ser e de estar profissionalmente na política. O PSD perdeu a oportunidade que Guterres lhe entregou de bandeja. Desbaratou um momento político que poderia ter sido um tempo de mudança, antecipando-se ao Partido Socialista. As guerras, porém, são um estado d’alma do partido social-democrata. Habituámo-nos a assistir a violentos conflitos e certamente que este será ultrapassado, tal como outros se esbateram.

É que no PPD/PSD quando toca a corneta, que avisa da proximidade de Poder, todos se calam, todos se unem, todos encarreiram. E desta vez não vai ser diferente. É… é a seiva que corre poluída pelos esquemas no partido mais português de Portugal. Aleluia!
Blog das directas no PSDEtiquetas: Lacraus, Politica, PSD
Do mal o menos ?…

Portugal é um país muito pequeno e com demasiado Estado para ter uma sociedade civil com efectiva independência e isso é mortífero para qualquer partido da oposição que não queira ser apenas uma variante pobre de "bloco central". É este o problema estrutural número um da oposição. A não ser em períodos em que se torna evidente que vai haver uma mudança política a curto prazo, como quando Barroso fez uma convenção no Coliseu com tudo que era colunável na política e na economia na primeira fila, os "notáveis" primam pela prudência e pela cautelosa reserva da política. Não é por acharem que Marques Mendes seja um "mau líder", é porque só tem a perder alguma coisa pelo envolvimento político contra o Governo, fora do tempo. Não é só Marques Mendes que prova o fel desta atitude, mesmo Marcelo Rebelo de Sousa, que frequenta os mesmo salões do poder, quando quis contestar alguns negócios e interesses também provou a solidão e os ataques ao seu "prestígio".

Mendes tem ajudado o PSD a libertar-se da crise de credibilidade que vinha do desastre do "menino guerreiro", e duvido que alguém estivesse com vontade e na posição de o ter feito.
Pacheco Pereira in jornal Público e blog Abrupto
Blog AbruptoEtiquetas: Politica, PSD
Bimbys e utilitarismos
Luís amigo, adapta-te à conjuntura, não insistas em convicções, sejam elas politicas ou culinárias. Desiste de novas frigideiras e dos novos tachos. Segue a sugestão de CV, do
Contra-capa. Compra uma
Bimby e aperfeiçoa o PowerPoint. Sê meu amigo e larga esse negócio da barba e cabelo com corte à maneira. Dá ares de yuppie reciclado e aparenta expediente. Ou então compra uma máquina zero, pelo utilitarismo, que é o que está a dar com gente que anda mil à hora, nem que seja contra paredes. Verto uma citação:
"As acções são correctas na medida em que tendem a promover a felicidade, erradas na medida em que tendem a promover o reverso da felicidade".John Stuart Mill
Blog A Barbearia do senhor Luís
Blog Contra-capaEtiquetas: Gastronomia, Politica
Que será feito do Tio de Rans...O post do
Luís do Tugir, com o título “
Ressacas“, diz de tudo em pouquíssimas palavras. Porém,
LNT, a previsibilidade também pode ser inspiradora, note-se. Muito embora não seja nada recomendável andar adiantado no tempo ou a reboque deste. Cansa. É um facto.
Tudo é tão previsível. Tudo é tão desoladoramente sem novidade. Quase cinco anos de bloganço viciam e tanta previsibilidade cansa. Aguenta um bocado Carlos.
Para mim é o tempo da ressaca.
Blog TugirEtiquetas: Politica, Tempo
Claro que não foi Vexa.

Santana Lopes abespinhou-se com esta coisa injusta de lhe atribuírem as culpas dos cofres vazios e credores à porta da Câmara Municipal de Lisboa. Tem razão em estar “saturado” e ser responsabilizado pelo passivo da instituição. É caso para dizer que é a vida das coisas…
«Não posso andar com um cartaz a dizer não fui eu», diz gracejando. Mas nas linhas implícitas das agastadas moderadas palavras, está-me cá a parecer que ele ainda vai trazer o pacato dr. Jorge Sampaio à liça. Portanto, caros amigos, há aqui dois cenários: o primeiro é continuarem a utilizar as costas largas do dr. Santana, esperam as consequências e acabamos no “planeamento estratégico“ do dr. Jorge Sampaio, o que pode constituir um sarilho, sobretudo quanto aos sucessivos ajustamentos do PD de pormenor; o segundo é acabar com as gracinhas de mau gosto em relação à capacidade de encaixe do senhor e deixar o Tribunal de contas dizer de sua sentença - o que também pode ser um grande sarilho.
Insisto:
“de que cor é o cavalo branco de Napoleão?”
Notícia no Diário Digital via LusaEtiquetas: Câmara de Lisboa, Politica, Santana Lopes
Substâncias e Marinettis

Li, reli, li e reli a versão digital da prelecção (inicialmente solilóquio?) do
Luís do Tugir sobre a síntese da coisa complexa que encerra e embrulha a cidade de Lisboa. Reconheço que a falta de palavras que têm marcado os posts do
Luís no Tugir, coisa muito parecida com o "encher de chouriços", não acontece por desconhecimento das causas e dos efeitos dos embrulhos, nem dos esforçados e pré-esforçados (falemos apenas de cimento e aço e deixemos de lado as especulações com baldes de terra) que cerceiam o crescimento das cidades mais apetecíveis, num contexto da
Área Metropolitana de Lisboa, para referir o País e não apontar o resto que é paisagem (risos), mas, quem sabe, por afazeres e falta de tempo ou de pachorra. Saliento que quando abalo dos posts do
Luís do Tugir, sinto-me sempre mais esclarecido, depois de emergir de tanta substância - assim tipo chispalhada, bacalhau cozido com batatas, cozido à portuguesa… etc) das notas do
Luís do Tugir (em português), e sobra-me a sensação de não ter praticado uma certa “alquímica” intelectual, mas antes transposto curtos caminhos de pedras no território do "esoterismo", ou seja, coisas tão codificadas, tão codificadas, que são do "folder" do oculto. Pois, repetindo-me, “
qual é a cor do cavalo branco de Napoleão”.
Convirá, porém, caro
Luís do Tugir, entender em todas os ângulos e perfis, dos camarotes reais à bancada da maralha, este proscénio escorregadio, em que se encenam vários actos de transmudação da ideia de pântano - no qual, não por ser teatro pobre, mas por falta de imaginação, as personagens nem sequer se dão ao trabalho de mudar a vestimenta nem de cenários, o que nos exige um (pré) esforço de benevolência e de autodisciplina para não desatarmos a partir montras e a incendiar automóveis só de pensar que no fim, com tanta boca cheia de “reforma”, de “mudança”, de “diferença”, de “modernidade”, de “confiança”, de “cooperação estratégica” tudo vai ficar na mesma, sem mudar as prateleiras mas apenas a posição dos biblots.

Para nossa segurança, que isto anda vigilante e perigoso, fico por aqui. Recomendo-te que leias uma nota que nos acrescenta o pensamento no
Divas e Contrabaixos, sobre
Vieira da Silva (pintora!) no Brasil. E insisto que dês umas voltinhas pelo
Google Earth, nem que seja para perceberes o que há de terra livre, ainda por construir, em Lisboa e na urbes da Área Metropolitana,
que é para a gente perder esse mau hábito de nos deixarmos engatar para militar por convicções e paixões, ou seja, para a ajudar por sistema a consolidar a vidinha e os pecúlios dos outros.
Bom… until further notice.
Blog Tugir > retaliações amigáveis?
Blog Divas e Contrabaixos > Vieira da Silva no Brasil
Site de download do Google EarthEtiquetas: Câmara de Lisboa, Coisa metroplitana., Politica
Encurralados

Mesmo que se queira fugir para a Direita, lá muito para a Direita, nem que seja por ressentimento, encontramos logo uns porteiros pouco recomendáveis. Um tipo tem receio de levar uma sova, sem saber a razão, se não estiver de acordo com eles, tendo em conta as imagens chocantes do folhetim que se desenrolou no “quarteirão” do CDS e aquilo que se adivinha que vá acontecer. É de considerar a nota/chamada de atenção no
Portugal dos Pequeninos.
Blog Portugal dos PequeninosEtiquetas: Direita democrática, Politica
Posso?
É sou para dizer que gostei muito de assistir ao programa Prós e Contras d’hoje.Desculpem a interrupção e obrigadinho.
Etiquetas: Politica
Claro, para uns…
Um apontamento muito interessante no
Claro sobre a entrevista de António Ribeiro Ferreira a
Nuno Gaioso Ribeiro, no
Correio da Manhã.
As autarquias, como Lisboa, estão na primeira linha da corrupção?
A corrupção existe onde há margem de discricionariedade e sentimento de impunidade. E na autarquia de Lisboa existia uma margem de discricionariedade muito grande nas decisões políticas, que valem muito dinheiro, nomeadamente o uso do solo ou a edificação a partir do solo. E, por outro lado, existia um sentimento grande de impunidade em relação à utilização arbitrária desse poder.
Como é que se muda a situação?
As coisas vão mudar. Esse sentimento de impunidade, por via destes acontecimentos, pode vir a ser alterado. E isso é muito positivo. Como é muito positivo que a doutora Maria José Morgado tenha como uma das prioridades da sua acção a fiscalização dos serviços urbanísticos da Câmara Municipal de Lisboa.
E a discricionariedade?
Essa margem pode ser reduzida através de medidas legislativas. Os PDM são hoje em dia chamados de ‘pastilha elástica’ porque se moldam a todo o tipo de interesses e a todo o tipo de utilização discricionária por parte do poder político. Mas o que é também fundamental é a qualificação dos protagonistas políticos que estão à frente das câmaras municipais.
Blog Claro
Entrevista no Correio da ManhãEtiquetas: Câmara de Lisboa, Partido Socialista, Politica
Quando o dinheiro é dos outros…
Um recorte a partir da nota de
CMC, no Tugir, sobre a “
Desgovernação de Lisboa”.
A dívida total das 14 câmaras que compõem a Grande Área Metropolitana do Porto (GAMP) ascende a 1047,1 milhões de euros. Uma soma que fica aquém do passivo global da Câmara Municipal de Lisboa, que totaliza 1261 milhões, refere o Jornal de Notícias na edição desta segunda-feira.
Blog Tugir
Notícia no Díário Digital
Notícia no Jornal de NotíciasEtiquetas: Câmara de Lisboa, Politica
Puzzles e xadrez
Este post de Paulo Gorjão, no Bloguitica, com o título
Ponto da Situação,
suscita uma leitura mais atenta dos próximos movimentos das peças no tabuleiro da
Área Metropolitana de Lisboa.
Blog Bloguítica
Site Área Metropolitana de LisboaEtiquetas: Área Metropolitana de Lisboa, Câmara de Lisboa, Politica
Uma ilha só para nós?
Sejamos sinceros: aquilo que todos ambicionamos é ter uma ilha do tamanho, por exemplo, da Madeira, ser o dono, o patrão, ser idolatrado, ser soba, poder mandar umas larachas sobre uns continentais e ainda por cima, com talento, obrigar estes a pagar o reinozinho insular. No fundo, bem lá no fundo, quem não o quer?…
Etiquetas: Madeira, Politica, Talento
O piloto aviador (de posts)

Para mim, na estrutura editorial subentendida deste blog - se é que ela realmente existe -, é mais importante dar atenção aos posts do
Luís do Tugir, (aviados, vai para uns tempos, como um piloto aviador que faz uns loops, para manter o nível do sitemeter - novecentos e tal visitantes é obra -, ligeiros e levezinhos), dizia, importa-me muito mais que ler outras notas opinativas e substanciais, resultantes de recolha sistemática de informação e respectivo esforço de síntese - e não te melindres, Luís, que a coisa, como sempre, é a reinar.
Este (teu) último post, à laia de deixa-me dizer qualquer coisa para alimentar o vício do blog e manter os clientes satisfeitos, é realmente um aditivo para o pensamento. Não fosse
A Marselhesa (Canto de Guerra para o Exército do Reno), “
Allons enfants de la Patrie,/
Le jour de gloire est arrivé, (…)”
etc, ainda entrava nessa de barrar com manteiga o que sobra da imagem do
Tony Charles Lynton Blair e soltaria o meu aplauso, pela boa prestação, à simpática
Ségolène Royal, aliás, estorvada, reconheça-se, com o apoio do PSF - as tais “bolas de chumbo“, será…?
Pois, Luís. Quanto a Lisboa, não retenho como dado adquirido que o importante reside no “
eixo Lisboa/Oeiras”, preferindo ter uma abordagem por via da
Área Metropolitana de Lisboa -
Alcochete, Almada, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Moita, Montijo, Odivelas, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal, Sintra, Vila Franca de Xira -, esse vasto perímetro, território de grandes projectos, e aí sim deduzir as implicações das eleições intercalares para a Câmara Municipal de Lisboa, preferindo, como é óbvio, que fossem regulares e para todos os órgãos, já que esta jogatina de ambições só prejudica os lisboetas e quem todos os dias trabalha na cidade. Essa visão metropolitana, porém, é evitada por quase todos os eleitos, que preferem manter as fronteiras das quintarolas. O quiproquó em Lisboa tem muito a ver com a inevitabilidade política de cooperação metropolitana, contabilizando novos factores na expansão da cidade, de modo a concretizar onde começam e acabam os “subúrbios“, o que nos coloca num patamar (político) mais próximo da realidade das tentações, solicitações, pressões e ambições - ou os subúrbios“ expandem-se cidade adentro ou se muda a liderança da cidade para evitar um kafarnaum maior. Não interessará que seja o Tózé Seguro, com ou sem licenciatura, a Ana Paula Vitorino, da secção da Almirante Reis, ou João Soares, que assanha muita gente. O que importa é saber se há hoje um candidato que conheça os sucessivos “mapas“ que foram redesenhados - um que tenha um tabuleiro de xadrez lúcido, assim tipo aquele do Jorge Coelho, que a PJ não encontrou -, que saiba dos projectos no terreno, que reconheça quem é quem, que tenha efectivamente capacidade de liderança e de gestão e, sobretudo, com autoridade explícita, suscite segurança quanto a soluções e créditos actuais e futuros. Que dê algum nexo à capital e entenda a dimensão dos custos de capitalidade, ainda patentes no desbragamento do túnel do Terreiro do Paço. Se dermos uma voltinha no Google Earth, quem sabe, talvez consigamos ter uma noção do que realmente está em jogo. Espreita, Luis, o Vale de Sto. António, apenas como exemplo. Faz as contas na horizontal, ao metro quadrado construido, e depois multiplica na vertical, com algum senso, sem grandes torres, e aplica-lhe um "desvio" de uns... vá lá, 20 metros quadrados - para usar o factor Infante Santo - por cada fracção. É... faz contas e que não te caia o queixo. Bom... "artista das artes gráficas" claro. Depois conversamos melhor.
É isso mesmo, como dizes, Luís: imperiais, tremoços, conquilhas, caracóis, mexilhões… pois.
Para fazer conversa, a ver se adivinhas esta: “de que cor é o cavalo branco de Napoleão”?
PS: para te contentar, amigo piloto aviador informático, já coloquei nos links o MIC, Movimento de Intervenção e Cidadania. Nota, porém, que se a gente se começa a levar muito a sério ainda entregamos o cartãozinho e passamos a pagar bilhete, não é? E lá se vai este privilégio de andarmos orgulhosos por termos os da nossa coloração no poder.

Blog Tugir em português
Site do Movimento de Intervenção e cidadaniaEtiquetas: Câmara de Lisboa, Metro quadrado, Politica
A mula da cooperativa…
Deu dois coices no telhado,
Ó és tão linda.
Deu dois coices no telha… á… du.
Pó, pópó!
Tralalara, tra… lara,
Tralalara, tra… lara,
Tralara, tra… lara,
Tralalara.
Po, pópó!

Etiquetas: Madeira, Politica
Os Bits
Antes de Marques Mendes tomar uma posição, todos lha exigiam; depois de a tomar, todos a criticam.
Pacheco Pereira, in Abrupto
Blog AbruptoEtiquetas: Citações, Fogos florestais, Guerras, Politica
Ainda não chegaram...

Na parede de uma galeria estava exposto um quadro totalmente branco com o título "Travessia do Mar Vermelho pelos judeus". Olhando, espantado, um visitante perguntou "Então e os judeus?". O autor, por perto, apressou-se a justifcar: "Já passaram". "E os egípcios?", insistiu o espectador. "Ainda não chegaram".
Etiquetas: Artes, Politica