Semanada >   H. Jackson Brown, Jr.
When you lose, don't lose the lesson

quinta-feira, junho 25, 2009

Citar Pitigrilli

Se soubéssemos imaginar a transformação das coisas distantes no espaço, não nos exporíamos tão frequentemente à desilusão do regresso e, em vez de voltarmos, era preferível sofrer desse esquisito mal que é a saudade.


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terça-feira, junho 09, 2009

Ai esta crueldade na política

Il y a différentes manières d'assassiner un homme: par le pistolet, par l'épée, par le poison ou par l'assassinat moral. C'est la même chose, au définitif, excepté que ce dernier moyen est le plus cruel.
Napoléon. Correspondance


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sábado, abril 25, 2009

Viva a República das cascas de banana!

Nasce-se incendiário e acaba-se bombeiro
Pitigrilli parla di Pitigrilli
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A política é como o piano e a prostituição: é preciso começar de muito novo, caso contrário não se chega a nada
Rémy de Gourmont


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sexta-feira, outubro 31, 2008

Também eu

Pedro Mexia, no Estado Civil, disponibiliza esta primorosa conclusão, com a qual também me identifico.
No novo romance de Maria Velho da Costa há uma definição na qual me reconheço: incompetente é aquele que é incapaz de competir. Mas também podia ser assim: é aquele que a competição tornou incapaz.
Pedro Mexia, no Estado Civil
bot-link-post Estado Civil


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quinta-feira, agosto 21, 2008

“Provincianos, campónios e citadinos”


Dois sublinhados no livrinho Os Portugueses, de Fernando Pessoa, desta, 60 minutos de esplanada no areal, um livrinho da colecção Literatura Portátil, da Editora Alma Azul:
Quando um doido sabe que está doido, já não está doido. Estamos perto de acordar, disse Novalis, quando sonhamos que sonhamos.
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Porque só há duas maneiras de se ter razão. Uma é calar-se, que é a que convém aos novos. A outra é contradizer-se, mas só alguém de mais idade a pode cometer.
Tudo o mais é uma grande maçada para quem está presente por acaso. E a sociedade em que nascemos é o lugar onde mais por acaso estamos presentes.
Fernando Pessoa, Os Portugueses, Col. Literatura Portátil, Ed. Alma Azul
seta linkEditora Alma Azul


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sábado, agosto 16, 2008

De papo p’ró sol


Da colecção Literatura Portátil, da Editora Alma Azul, com o Senhor Charles Baudelaire, uma horinha de papo ao sol e povo à volta a trabalhar para o bronze. Uma colecção de livrinhos para ler na praia, que ainda não percebi se também protegem dos raios solares. Fica uma citação:
É preciso trabalhar, e se não for por gosto pelo menos por desepero; até porque, bem vistas as coisas, trabalhar sempre é menos aborrecido do que esforçar-se por estar contente.
Charles Baudelaire, Meditações, Col. Literatura Portátil, Ed. Alma Azul
De outro grande autor, um outro pequeníssimo livro, também portátil.
Antes não compreendia que as minhas perguntas não obtivessem resposta.
Hoje não compreendo porque um dia acreditei ser possível fazer perguntas.
Franz Kafka, Meditações, Col. Literatura Portátil, Ed. Alma Azul
seta linkEditora Alma Azul


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terça-feira, julho 15, 2008

Aos pedantes

… e aos que, com poder, não têm cabeça sequer para andarem a oscilar na estratosfera.

Mesmo no mais alto trono do mundo estamos sempre sentados sobre o nosso rabo
Michel de Montaigne



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sexta-feira, maio 30, 2008

Sinais de Fogo



Sinais de fogo, os homens se despedem.
exaustos e tranquilos, destas cinzas frias.
E o vento que essas cinzas nos dispersa
não é de nós, mas é quem reacende
outros sinais ardendo na distância
um breve instante, gestos e palavras.
ansiosas brasas que se apagam logo.

Jorge de Sena, Sinais de Fogo, in Visão Perpétua,1967



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Hoje deu-me para isto…



E mais umas quantas citações, para complementar a admoestação do Exmo. Sr. Maltese.

L'erreur, c'est seulement un défaut.
René Descartes

Des erreurs, j'en ai fait. D'abord, je suis né. Première erreur!
Woody Allen

La plus grande erreur que puisse faire un homme est d'avoir peur d'en faire une
Elbert Hubbard

Une erreur est d'autant plus dangereuse qu'elle contient plus de vérité
Henri Frédéric Amiel

Une fausse erreur n'est pas forcément une vérité vraie
Pierre Dac



De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Vinícius de Moraes, Soneto da separação



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sexta-feira, maio 02, 2008

A ter em conta (3)


Não se pode saltar sobre um abismo com dois pulos pequenos
David Lloyd George


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terça-feira, novembro 20, 2007

(Re) Ler com gozo Victor Cunha Rego?

Dentro de alguns anos, será curioso verificar o efeito das novas adesões ao PS. As primeiras, vindas da extrema-esquerda e, mais tarde, do PCP, resultaram num sucesso absoluto. O partido não poderia estar tão à direita sem eles
Victor Cunha Rego, in DN, Janeiro de 1999
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Ler com gozo Vasco Pulido Valente?

Nas últimas presidenciais tentaram ter o seu apoio para outra candidatura. Não almoçou com Cavaco Silva?
Almocei com ele, sim. Até fui eu que lhe pedi que se candidatasse. Porque achei que Portugal precisa de um polícia.
Vasco Pulido Valente, in Expresso
arrow-link Revista/Blog Atlântico
arrow-link Blog Portugal dos Pequeninos

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quinta-feira, novembro 08, 2007

Uma citação oportuna

No blog de Nuno Guerreiro Josué, Rua da Judiaria, apanhei esta citação tão oportuna.
Nunca respondo a provocações idiotas. O meu pai sempre me disse: “nunca te atires à lama a lutar com um porco – primeiro, porque te sujas; segundo, porque é disso que o porco gosta.”
Walter Winchell
arrow-linkRua da Judiaria

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quarta-feira, outubro 03, 2007

Desgraças...

"Há apenas duas formas de subir na vida: pelo nosso engenho ou pela estupidez dos outros"
Jean de La Bruyère

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segunda-feira, outubro 01, 2007

Coisas das elites

A história é apenas uma série de crimes e desgraças
Voltaire

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quarta-feira, maio 23, 2007

Aparências…



“É melhor sofrer por causa de uma bela aparência, que gozar de mau modo uma fútil realidade”


Pitigrilli, in Colar de Afrodite, edição de 1947 e um livro que li muito cedo, que influenciou o meu modo de ver as coisas. Livros da vida, como diria o Dr. Pacheco Pereira

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terça-feira, maio 22, 2007

Provavelmente está tudo por explicar… (III)

If only God would give me some clear sign!
Like making a large deposit
in my name in a Swiss bank

Woody Allen

Distraídos?

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Provavelmente está tudo por explicar… (II)

The way we see the problem
is the problem

Stephen R. Covey

Distraídos?

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Provavelmente está tudo por explicar…(I)



How to make God laugh?
Tell him your future plans

Woody Allen

Distraídos?

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sexta-feira, maio 18, 2007

Entre burros e topos de gama

Acho (quem sou eu?…) que o Prof. Adelino Maltez se expressa melhor, no formato blog, em notas curtas como a que podem ler seguindo o link, notas mais acessíveis para curiosos e "autodidactas" como o autor deste vida das coisas.
(…) a democracia mantêm os mecanismos criados pelo direito administrativo de Marcello Caetano e Diogo Freitas do Amaral. Por mim, gostaria mais de votar para um parlamento regional de Lisboa, numa espécie de regresso ao velho senado, com pequenas autarquias, com a que elevou Alexandre Herculano a presidente da câmara de Belém, quando ainda se escreviam cartas aos eleitores de Sintra e não havia parques de estacionamento à moda do Minho, apesar de já não se andar de burro, para gáudio dos condutores de Ferrari.
Blog sobre o tempo que passa

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