Semanada > H. Jackson Brown, Jr.
Névoa no pântano?
Esta é fresquinha, de hoje, 4 de Abril, e está no quase blogue do
João Soares que, timidamente, lá vai afirmando não resistir “a ir contra a corrente das "verdades" feitas e do politicamente correcto”, declaração que muito me delicia. O post – se assim se pode classificar – diz respeito ao senhor
Domingos Névoa, com o título “Névoa”. Passo a transcrever, já que vale a leitura.
Acrescento, porém, que também considero a história muito, mas mesmo muito mal contada, apesar de não isentar o “Xôr” Domingos (que cumprimentei uma única vez) de culpas, tendo ficado espantado com a sua ingenuidade aquando da novela da tentativa de “corrupção”, considerando os milhões que movimenta nos seus negócios.
Mais que névoa em torno de Domingos Névoa. Um homem que conheço, e sei ser um homem de trabalho. Nada que ver com especuladores financeiros que por aí há. Não acredito na história da corrupção contada pelos manos Sá Fernandes. Há muitas curiosidades nesta quase unanimidade na condenação (antecipada, não há transito em julgado) de Névoa. Até o meu camarada banqueiro Cravinho vem à liça, depois do prefácio ao livro de um outro colega banqueiro. Sei que escrever isto só pode trazer chatices, calúnias, e o habitual rol de impropérios dos treinadores de bancada que por aí há. Mas quem não deve não teme. E eu nunca resisto a ir contra a corrente das "verdades" feitas e do politicamente correcto.
Página pessoal (blogue?) de João Soares
Etiquetas: Corrupção, João Soares, Pântano
Mistérios da Net

Se calhar estarei a cometer erros na busca, mas estou farto de procurar, incluindo no Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa, e não encontro uma única imagem do incêndio no edifício dos Paços do Concelho, em 7 de Novembro de 1996. Experimentei, inclusivamente, em várias línguas, e nada. A Net tem coisas estranhíssimas.
Também no site (blog?) de João Soares a referência fica-se pela metade do texto, numa nota com o título “Um fogo que ardeu e se viu…, Um bombeiro entre outros”
A 7 de Novembro de 1996 deflagrou acidentalmente no edifício dos Paços do Concelho de Lisboa um devastador incêndio. Estas são algumas notas sobre essa historia quente...
E pronto… a “historia quente” fica-se por aqui, interrompida.
Site de notas de João soares
Etiquetas: Incêndio CML, João Soares
Reposições de “matérias de facto”

Tinha acabado de tirar da estante literalmente um “
tijolo”, com o título de capa
Lisboa - Obra feita e, remirando-o, disse para comigo “Quanto disto deve ser considerado matéria concreta e matéria metafísica?“. A verdade é que as imagens, na sua grande maioria, coincidem com as coisas nos seus sítios. Portanto, devo concluir que o “
tijolo” representa matéria de facto. Entretanto, condicionado, sigo para a geringonça do meu amigo, um composto de site pessoal e arquivo, uma espécie de blog e clipping, com a utilidade da síntese opinativa, que nos poupa imenso trabalho a fazer a triagem das notícias mais significativas no estrangeiro.
No ponto net do meu amigo, leio, pois, a
réplica engraçadíssima a um post meu sobre a exposição de
coisas lindas da vida (ou a vida das lindas coisas), fotografias de
Claude Fauville, mostra montada pela então “animação cultural” (será?), em 1999, na Galeria Mitra, obras escolhidas a dedo por João Soares.
Quem não viu o catálogo, da responsabilidade do Arquivo Fotográfico de Lisboa, não viu coisa boa, falando de matéria de facto. Mais: serve a presente para confirmar que a ideia do equipamento cultural foi dele - João -, sendo que na verdade, sublinhe-se, desde há uns anos para cá nunca se sabe se é vantajoso enfiar a máscara do herético Salvatore, convertido à vida dos beneditinos, no Nome da Rosa e largar um fanhoso “
signore, excelenza, no mi ricordo… io stupido!…”, não vão as estratégias das utilidades tecê-las.
No que concerne ao aeroporto internacional de Lisboa e respectivo Figo Maduro, para que não se instale a ideia de brancas na memória, evitando assim partes gagas, venho também por este meio asseverar que vi com os meus dois olhos
João Soares, Artur Albarran e Carlos Marques, entre outras personalidades, em conferência de imprensa pela defesa do aeroporto (internacional) da Portela e respectivo Figo Maduro, como resposta ao avolumar das concordâncias com a abstracção ibérica de um projecto de aeroporto lá para os lados de Ota. Passaram-se alguns anos e agrada-me registar o “disparate” que a Ota representará, na opinião persistente do meu amigo apoiante de Costa. Eu, cá por mim, estou dividido, não sabendo se será melhor acabar a Alta de Lisboa e fazer o eixo até à Expo - urbanisticamente falando - e levar os estaleiros para a ibérica Ota, montando uma cidade de raiz, ou estudar a melhor maneira de ninguém ficar a perder, melhorando o aeroporto de Lisboa, não descurando, porém, o facto de que Madrid fica já ali.
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Post do João Soares em 5/28/2007 - O meu amigo Rui, com as suas conhecidas (e por mim apreciadas) oscilações de humor, faz-me mais uma vez referencia no seu, esteticamente excelente, blog. Só que são inexactas em matéria de facto. Sou, sempre fui e continuo a ser, contra o "disparate" da Ota. Fui eu que escolhi, convidei, promovi a exposição do Claude Fauville no Arquivo Fotográfico de Lisboa, em Outubro de 1999. Escrevi o prefacio do belo catálogo (não sei quem é o Luís que refere?) e tenho muito orgulho no Arquivo Fotográfico de Lisboa. Ideia minha, obra que acompanhei, e dirigi passo a passo, dia a dia. Como o Rui sabe, ou estará esquecido?
Site de João SoaresEtiquetas: Câmara de Lisboa, João Soares
Pois… são as dúvidas e as dívidas (II)

O apoiante de
António Costa, ex-presidente da Câmara de Lisboa e actual simpatizante da Ota e respectivo grupo do Oeste, de nome
João Soares, depois de pernoitar junto à barragem de Montargil, para pôr a “conversa em dia“, diz ele, reparou que as costas lhe estavam a alargar. E ao dar pela alteração corporal, resolveu escrever esta nota que, não sendo uma pérola, é digna de registo:
A Fátima Campos Ferreira insistiu ontem, no seu "Prós e contras", na treta das dividas que a minha equipa teria deixado na CML. Bolas, as mentiras repetidas, da dupla desavinda Santana/Carmona, estão a fazer efeito. Água mole em pedra dura... Fátima a única divida que deixei por pagar, foi no Turquemenistão, e ao seu irmão Luís ! Pago em Julho, na Ucrânia. Não enfie barretes desses.
É caso para dizer: quando o mar bate na praia, quem se lixa são as conquilhas
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