Enfiar os capuchinhos?

Pintor, não é, ó
José Mateus de Cavaco e Silva? Pois... os capuchinhos e os lobos maus já não são o que eram, claro. E isto da Comunicação já não é o que era… nos seios dos jornais.
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Haja esperança…
… paciência e muitos vouchers. Nesta ronda diária pelos posts dos meus distintos bloguers preferidos, aqueles que não me amolam e que gosto de ganhar tempo a ler, alguns visíveis no montra do lado, por essa coluna abaixo, encontrei hoje e por agora duas notas com interesse. A primeira (isto não é perseguição) é do “
conquilhas”, que obviamente recomendo, relacionada com a nossa capacidade de absorver políticas geradoras de riqueza em concreto, nota a que eu daria o título “
O Engenheiro engraxa?” ou “
A soprar é ka gente se entende”, mais incisivos que o balão do patego.
A segunda, sobre a coisa muito imaginativa de nome
OPARTE, um folhetim servido em pratinhos de sobremesa, aqui no dos “pequeninos”, sobre o enredo Pinamonti.
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Aproveito também, neste sábado solarengo, para agradecer, sensibilizado, as três referências a este despretensioso Vida das Coisas.
Ao Luís, do Tugir, que ultimamente não anda virado para a escrita encorpada, mas é de leitura telegráfica, levezinha, tal como a da abordagem da “Sissi“ (sabes mais do que escreves), diria, a sustentável leveza do Tugir (provocação, sublinhe-se).
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A segunda é do
Água Lisa (6), que espreito e e leio praticamente todos os dias com imenso gosto e portanto, como é de esperar, recomendo vivamente. Sobretudo a breve leitura deste post com o título “Hoje ainda assim, mesmo lembrando ontem”.
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A terceira do Exmo. Sr. Dr. João Soares, atarefado entre as missões da
OSCE, a divisão de
Turismo de Sintra, o
Parlamento nacional e não indisponibilidade em Lisboa, para o qual inscrevo um reparo: a maçã já foi trincada há muito tempo, pelo que, depois de saborear o naco da primeira trincadela, não há pecado que nos valha um voucher para o céu. Nem sei se vale a pena tentar o arrependimento que, como diz a minha amiga Sabrina, pode descambar em remorso. Venham pois coisas para trincar. Enquanto houver dentes… não há Éden que nos tranquilize.
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É tão bom…

… ter amigos importantes que não nos servem para nada. Sobretudo os mais burros que se apressam a declarar, mesmo antes de abrirmos a boca, o chavão “amigos, amigos, negócios à parte” ou, mais estúpido ainda, “cognac é cognac, serviço é serviço“, duas expressões camaleónicas muito actuais. Ainda bem que José Sócrates, sabiamente, recuou na ameaça da possibilidade de “despedimento” dos funcionários públicos. Assim, talvez o cognac passe de novo a ser serviço e os amigos o negócio, como “antigamente“. E voltemos a ter a aparência de coisa inteligente, na ponta da cauda da coisa, por enquanto inviável, tal como nós, que se dá pelo nome de Europa.
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Ontem...
... disseram-me com uma expressão solene que do 25 de Abril não sobrou nada. Já me tinham esclarecido desse facto vai para uns dez ou doze anos, mais ou menos na altura em que desapareceram das paredes os cartazes do “Sempre“. Se continuamos
a repisar o óbvio não vamos longe. Afinal estamos mais próximos dos finlandeses ou não estamos?
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Os nossas resignações…
E quanto aos nossos males crónicos, ou as evoluções na aplicação do
Simplex, retratadas por
Eduardo Pitta, do blog
Da Literatura, nota breve que vale a pena ler, nem que seja para saber como as coisas vão para as bandas das “reformas” e dos "choques".

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