Impulsos? Eles andam por aí…
What the Bleep do we Know?À luz da física quântica, a física das probabilidades, «the impulse of the force acting on an object equals the change in the momentum of that object». Convirá ter em conta que «the center of mass is not always located on the object». Força e tempo, num contexto de massas, impactos, impulsos e inércias. Bom... mudando de assunto.
Contingência e crisePara resolver questões de contabilidade tanto nos faz que seja feito pela esquerda ou pela direita. Números são números. 1 mais 1 convém ser igual a 2, conquanto um dos uns não seja cabimentado na rubrica de investimento quando na realidade é da despesa. Rigor e transparência. No entanto, preferimos que o assunto seja tratado por gente que nos é simpática. Mas quando essas pessoas, talvez emproadas pelas circunstâncias exteriores aos números, começam a divagar e a entrar na nossa casa com uma dose significativa de sobranceria, então é natural pensarmos em mudar os rostos, para quando tivermos de criticar não ficarmos com um nó na consciência.
Manuela Ferreira Leite falhou porque atacou o pecado original desertificando os campos à volta ou seja, para preservar a árvore (do paraíso), começou a sulcar valas tão largas que estas se tornaram intransponíveis, deixando a árvore crucial isolada da floresta e aprisionando todos os portugueses, sabendo que a maioria estava (e está) inocente . Não foi Santana Lopes que fez inverter a conjuntura. Ele apenas foi um compactado de pretextos que todos, mas mesmo todos, esperavam - excepto, claro os do seu grupo.
O essencial do problema está instalado nas contas públicas, é verdade. Talvez por isso seja importante considerar os relatórios do Tribunal de Contas, já que é uma das últimas instituições a quem dispensamos crédito. Ser surdo às indicações do TC descambará para uma situação tipo certificados mal sustentados: no futuro sobrará sempre qualquer coisa por explicar e que nos embaraçará. Se há indícios fortes de baldroca, tenha-se a coragem de mudar as pessoas, por muita cobertura que apresentem no currículo político. Tanto mais quanto a última coisa que deve acontecer é o jogo ficar à vista - veja-se a Independente. Não importará saber se lá no fundo houve autenticidade, mas não nos devemos esquecer do gesto pedagógico de António Vitorino e de Jorge Coelho ao abandonarem o executivo de António Guterres. Para a maior parte dos eleitores não é argumentação suficiente sustentar a estratégia no esclarecimento do “
rumo“ - no fundo o eleitor está-se a marimbar para o não espectáculo e quer o imediato. Antes, o que deve prevalecer é a explicação dos motivos de crédito, reconhecendo que é elementar entender por que devemos acreditar, e fazê-lo o mais próximo possível da veracidade, para que a coisa não entre no foro do metafísico ou do hermético. O sinal a entender com esta embrulhada no ar - aliás, reconheça-se, bem orquestrada - é que não nos serve de nada um Governo sustentado apenas na imagem do primeiro-ministro - aliás, já se tinha percebido isso com a passagem breve de Santana Lopes pelo lugar, mergulhado em “contingência“ (leia-se crise). Ao invés de uma potencialidade, acaba por ser uma fragilidade, para o próprio e para todos, como parece estar a ser provado.
Filhos de um Deus Menor
A ser verdade a notícia no
Diário Digital, que nos informa sobre os dados da pobreza que tem vindo a crescer em Portugal, encontraremos aí mais uma razão para não empolar as certezas de “
rumo”, mas optar por articular com rigor argumentos de crédito, neste caso, quanto a políticas sociais de retaguarda e efeitos palpáveis - usando do estilo do PM, o que interessa são os resultados, já que de intenções e objectivos anda o mundo cheio. E se esta notícia não é uma forte alfinetada do
Compromisso Cívico para a Inclusão, tendo em vista questionar o “
rumo”, então é o quê? Mais um elemento a desgastar a sustentabilidade dos certificados académicos? Não… não façamos jogos semânticos.
Há crise - com todas as letras. Mas convém também assumir que 1.3 é um bom resultado. Falta é lençol para os pés dos mais desfavorecidos. Mas entretanto lá vamos falando em aeródromos...
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Theory of every-living-thing
Andamos nós para aqui, atrasaditos, a ver se acertamos o passo com a Ibérica península, com a continental Europa e com o Mundo, e os outros lá fora, sem darem pelo nosso esforço lusitano e periférico, já se passeiam cientificamente noutra dimensão extra. Quando eles chegarem a conclusões sobre estas coisas invisíveis que julgamos ver, rebates de percepções e de consciências, ainda andaremos a discutir se será melhor construir pistas na Ota na horizontal ou na vertical, mantendo a dúvida técnica sobre como aterrarão e descolarão os aviões com os últimos gritos tecnológicos.
Por via do
Zé Cavaco Silva e das suas Perceptions Management, com uma ajudinha do
Pitigrili em NY, é possível aqui, neste Vida das Coisas, anotar os sublinhados sobre a
Theory of every-living-thing, depois de navegar cuidadosamente em águas quânticas, ignorante e basbaque, claro. Ora, como vai para uns anos que duvido das certezas das pessoas do concreto - o que inclui gente muito bem licenciada - estas leituras sugeridas pelo José Mateus limparam-me a mente, sendo que retomo uma muito velha teoria, a de ser possível sonhar acordado, sem perder o pé, coisa aplicável ao pobre e ao rico. Surrealismos à parte.
Blog Claro
Blog PitigriliWhile I was sitting one night with a poet friend watching a great opera performed in a tent under arc lights, the poet took my arm and pointed silently. Far up, blundering out of the night, a huge Cecropia moth swept past from light to light over the posturings of the actors. “He doesn’t know,” my friend whispered excitedly. “He’s passing through an alien universe brightly lit but invisible to him. He’s in another play; he doesn’t see us. He doesn’t know. Maybe it’s happening right now to us.”
Einstein was frustrated by the threat of quantum uncertainty to the hypothesis he called spacetime, and spacetime turns out to be incompatible with the world discovered by quantum physics. When Einstein showed that there is no universal now, it followed that observers could slice up reality into past, present, and, future, in different ways, all with equal reality. But what, exactly, is being sliced up?
The American Scholar.orgAnd more important than this, that the observer in a significant sense creates reality and not the other way around. Recognition of this insight leads to a single theory that unifies our understanding of the world."
"Reality isn't a thing," he told me. "It's a process."
Cosmic LogEtiquetas: Ciência, Vidas
O situacionismo…
… do opositor. Conheço boa gente que fica com o pêlo eriçado só de ouvir pronunciar o nome de Pacheco Pereira. Razões antigas, das velhas “lutas”, com efeitos bem instalados nas mentes. Pela parte que me toca, nem urticária nem outras alergias, e por isso, sem querer pendurar-me na sapiência de outro, mas antes como uma vénia, continuo a subscrever muitas coisas que o Dr. PP escreve. Desta, um sublinhado da nota de hoje sobre Paulo Portas e Santana Lopes, partes integrantes de um grupo, género arco-íris, que se reúne regularmente numa cave de uma vivenda ali para os lados… O post certeiro que se dá pelo título «
Querer “fazer oposição” como retórica». O sublinhado é este: (…)
«porque para se poder fazer oposição a Sócrates tem que se ter, em primeiro lugar, credibilidade e nenhum dos dois a tem. É que os principais responsáveis da colocação de Sócrates e do PS no sítio onde estão, são os dois. E o que eram ontem são-no ainda mais hoje. Por isso não há retórica que dê a volta a esta situação.
Link que recomendo a visita.

Enaltecer a “cooperação estratégica” silenciosa. Em 22 de Janeiro do passado ano, Cavaco Silva venceu Mário Soares, Manuel Alegre, Jerónimo de Sousa, Francisco Louçã e Garcia Pereira e foi eleito Presidente da República, passando a ser o vigilante residente do governo do “PS”, de maneira a “garantir” que não nos extraviemos do caminho da estabilidade, não como valor em si, e do desenvolvimento, provavelmente como valor em si, promovendo um novo conceito de “roteiros” em substituição das estafadas presidências abertas que se tornaram uma espécie de consultas ao domicílio. José Sócrates, sempre que pode, irradia os devidos panegíricos ao PR. E presumo que Maria Cavaco Silva, sendo de “centro-esquerda“, regista as simpatias tão diligentes do PM no seu diário da situação, para sorrir nos serões à lareira na reforma.

Entretanto, Marques Mendes, como que de castigo, continua à frente do PPD/PSD e não há quem o descole do chão, apesar de levezinho, sem golpe de asa que começa a demorar, personalidade política a quem me permito recomendar a
leitura urgente deste livro. Convenhamos que a reentrada em cena de Paulo Portas, caso ainda haja cadeiras disponíveis em sub-pastas do governo, pode influenciar o panorama das coisas domésticas, conquanto a triangulação seja feita com o gozo de quem gosta de correr. Ou com a Arte. E Sócrates, como já entendemos, gosta.
Sendo que passou um ano de vigilância escrupulosa de Cavaco Silva, aqui fica, respeitosamente, por uma questão pedagógica, a letra do nosso símbolo nacional, pelo qual todos desafinamos, da autoria de Alfredo Keil e Henrique Lopes de Mendonça, a saber:


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A Portuguesa
Heróis do mar, nobre povo,
Nação valente, imortal,
Levantai hoje de novo
O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória,
Ó Pátria, sente-se a voz
Dos teus egrégios avós,
Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas!
Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas!
Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!-
Sendo que o PM já anunciou que vai dar seguimento ao pedido do Digníssimo Senhor Presidente da República, entrelaçando o desígnio da sua próxima presidência europeia com o desígnio dos europeus em África e o mito do eterno retorno é, pois, com subida consideração e entendendo os sinais deste tempo aqui, que seguidamente reproduzo, também com o objecto escolar, algumas sábias sentenças que podem ser lidas no site oficial da Presidência da República.

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"
É hoje ponto assente que a principal riqueza de um País ou de uma instituição, seja empresa ou serviço público, são as pessoas que nelas vivem e trabalham".
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É tempo de nos preocuparmos com a qualidade da nossa democracia (...) Temos de aprofundar a dimensão ética da cultura republicana e sublinhar a necessidade de transparência das instituições e de moralização da vida pública".
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Hoje, vemos a Índia como um local onde o futuro está a ser moldado: uma terra de indivíduos brilhantes, de novas tecnologias, investigação, inovação e indústrias de ponta. É esta a Índia que eu gostaria de motivar para uma cooperação cada vez maior com Portugal."
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Para registar este ano de nova presidência, convirá apontar igualmente a importância das
Primeiras Damas, sobretudo as da esquerda e do centro-esquerda, quanto a implementação de sistemas de cooperação e esquemas coloridos e estratégicos. Aqui fica pois a merecida fotografia que, em último significado, abrilhanta e qualifica este apagado Vida das Coisas.
Imagem gravada a partir do site da Presidência de República, na página “Maria Cavaco Silva”.

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Seguindo o rumo da didactologia, a ver se os grunhos dos desqualificados aprendem alguma coisita, recomendo as virtualidades da visita ao site da PR. Nele, para além de imensas novidades que nos espantam, descobre-se que o primeiro Presidente da República (1911/1915) foi Manuel de Arriaga ( 1840/1917).

Etiquetas: Ciência, Cooperação estratégica, Until further notice
Pública Saúde…
… e Saúde Pública. «A frieza atempada evita o nojo anunciado. »

Como enfiar o dedo na ferida, ainda em sangue, torcer e retorcer, para afligir, numa frase tão breve e cortante, no Blog Estado Civil.
Etiquetas: Ciência
Vacinas…
Imagem picada aqui
… com classes. Não sei se entenderam a notícia sobre a nova vacina contra o cancro no colo do útero… Como disse o locutor “uma esperança para as mulheres com idades entre os 8 e os 28 anos…”. Esqueceu-se de acrescentar que oitenta e tal contos por vacina não será para todas as mulheres, mormente para esta faixa etária que se não tiver o regalo do dinheiro de família, bem pode esperar pela Graça do Senhor. Haverá aqui, neste disparate de custo/benefício, alguma possibilidade de analogia com o negócio dos milhares de abortos que se praticam em Portugal ou, pior, perto da fronteira, em Espanha?
A vacina não é para quem a quer. É para quem a pode. Por enquanto. Esperemos.
Etiquetas: Ciência, Politica
Flavor Molecules…
Fractal. Imagem aqui.
.… the Chemistry and Biology. « The sensory perception of flavors is primarily derived from the interaction of receptors along the tongue with small organic molecules, although the sense of smell is also heavily involved. These receptors, located in the taste buds, experience only four primary sensations of taste--salty, sweet, sour, and bitter. Moreover, only certain areas of the tongue are able to detect each of these sensations.(…)»
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Imagem aqui.
Sabor do limão .Etiquetas: Ciência, Negócios, Politica