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When you lose, don't lose the lesson

quarta-feira, abril 04, 2007

Theory of every-living-thing

Andamos nós para aqui, atrasaditos, a ver se acertamos o passo com a Ibérica península, com a continental Europa e com o Mundo, e os outros lá fora, sem darem pelo nosso esforço lusitano e periférico, já se passeiam cientificamente noutra dimensão extra. Quando eles chegarem a conclusões sobre estas coisas invisíveis que julgamos ver, rebates de percepções e de consciências, ainda andaremos a discutir se será melhor construir pistas na Ota na horizontal ou na vertical, mantendo a dúvida técnica sobre como aterrarão e descolarão os aviões com os últimos gritos tecnológicos.
Por via do Zé Cavaco Silva e das suas Perceptions Management, com uma ajudinha do Pitigrili em NY, é possível aqui, neste Vida das Coisas, anotar os sublinhados sobre a Theory of every-living-thing, depois de navegar cuidadosamente em águas quânticas, ignorante e basbaque, claro. Ora, como vai para uns anos que duvido das certezas das pessoas do concreto - o que inclui gente muito bem licenciada - estas leituras sugeridas pelo José Mateus limparam-me a mente, sendo que retomo uma muito velha teoria, a de ser possível sonhar acordado, sem perder o pé, coisa aplicável ao pobre e ao rico. Surrealismos à parte.

Blog Claro
Blog Pitigrili
While I was sitting one night with a poet friend watching a great opera performed in a tent under arc lights, the poet took my arm and pointed silently. Far up, blundering out of the night, a huge Cecropia moth swept past from light to light over the posturings of the actors. “He doesn’t know,” my friend whispered excitedly. “He’s passing through an alien universe brightly lit but invisible to him. He’s in another play; he doesn’t see us. He doesn’t know. Maybe it’s happening right now to us.”
Einstein was frustrated by the threat of quantum uncertainty to the hypothesis he called spacetime, and spacetime turns out to be incompatible with the world discovered by quantum physics. When Einstein showed that there is no universal now, it followed that observers could slice up reality into past, present, and, future, in different ways, all with equal reality. But what, exactly, is being sliced up?
The American Scholar.org
And more important than this, that the observer in a significant sense creates reality and not the other way around. Recognition of this insight leads to a single theory that unifies our understanding of the world."

"Reality isn't a thing," he told me. "It's a process."
Cosmic Log

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