Semanada >   H. Jackson Brown, Jr.
When you lose, don't lose the lesson

segunda-feira, abril 21, 2008

Tempos de outros cruzamentos…

Parte do que não li, já a net e televisão me tinham dado. Ou seja: fica, uma vez mais, a vaga intuição de que a imprensa não está a saber lidar com os novos cruzamentos de informação, com os formatos desmultiplicados de media, com a forma como os consumidores pescam informação nos “painéis” por onde passam (jornais são hoje, também, painéis de rua...).
Pedro Rolo Duarte, in Pedro Rolo Duarte
seta link Pedro Rolo Duarte


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sexta-feira, março 30, 2007

Coisas esclarecedoras

1. O programa televisivo com o Dr. Silva Lopes e Dr. Frasquilho;
2. Entrevista de Mário Soares, que abordou este Mundo perigoso e o futuro da Europa. Magnífica.

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quinta-feira, março 08, 2007

O problema…

… não se esgota na Comissão de Ética. «Há aspectos da nossa vida democrática comum que não devem estar cegamente subordinados à eficácia nos resultados e em que, em nome de interesses superiores, nomeadamente o Estado de Direito e uma prudente dispersão de poder, é tolerável e aceitável uma menor eficiência. Um primeiro-ministro, seja ele quem for, controlar, tutelar e orientar o SIRP e o SISI é manifestamente imprudente do ponto de vista dos direitos, liberdades e garantias. Por motivos óbvios.» Acabado de ler o post do Abrupto - ver nota anterior-, saltei para o Bloguítica sem grande expectativa. Porém, deparei-me com uma nota de invulgar importância e não está longe do dito pelo Prof. Adelino Maltez, sobre concentrações de grandes e pequenos poderes. Prefiro não dizer mais, apenas que se trata de concentração de Informações, de Direitos, Liberdades e Garantias e da Arte difícil de governar em Democracia.
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terça-feira, fevereiro 20, 2007

Nada se perde. Tudo se transforma!

… seguindo o fio de raciocínio do Abrupto, sobre as Coisas que vão desaparecer do concreto e do imaginário colectivo, depois deste Sim à Interrupção Voluntária da Gravidez, acreditem que se seguem as simpáticas cegonhas.



Mas há mais bichos em vias de extinção… para além de teclados, de monitores, de latas de cerveja, de tapetes de rato, de diáconos que tocam os sinos, de espaços para respirar, de contributos para a história do comunismo, de Câmaras Municipais de Lisboa, enfim… a Madeira é um jardim.

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domingo, fevereiro 11, 2007

Simples…



… e objectivo.
Assim Sim, uma “grande capa” ( )


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sábado, fevereiro 10, 2007

La Guerre de l'information…

… ou l'éloge de la paranoïa. Uma recomendação de leitura do Zé Mateus, no Claro, ( ) que vem mesmo a tempo, no dia em que o meu amigo “conquilhas” ( ) constatou que cada português com acesso à internet já tem um ou mais blogues (à borla) e portanto o paradigma da democratização quase perfeita dos meios de circulação da informação. A paranóia, em suma, começa aqui, na blogosfera.

«Au seuil du troisième millénaire, prend son essor une forme nouvelle de guerre, cohérente avec la civilisation de l’information qui émerge. C’est l’"infowar" ou guerre de l’information. Certes, à travers les siècles on a toujours cherché à s’informer (le plus vieux métier du monde !) mais l’irruption des Nouvelles Technologies de l’Information et de la communication ou NTIC accélère le rythme et l’ampleur du phénomène au point que la matière première de l’activité humaine, c’est aujourd’hui l’information. Elle conditionne désormais le succès à tous les niveaux : les Etats développent leurs systèmes officiels et occultes de renseignent ; les Régions et les entreprises organisent leurs dispositifs d’intelligence économique et stratégique ou IES. Il s’agit de « savoir avant l’autre, d’empêcher l’autre de savoir et, en tout temps, fournir obligeamment à l’adversaire un matériau informationnel pollué » afin qu’il prenne la bonne décision… bonne pour vous évidemment !
C’est alors qu’intervient la paranoïa – justement alléguée par Franck Boulot et Didier Violle – et qui peut frapper tout chasseur d’information ne dominant pas son sujet. En ce cas, on devient facilement méfiant, prompt à porter des jugements erronés ou à se prendre pour le roi de l’univers, car on nourrit l’illusion d’appartenir au club restreint des initiés, ceux qui peuvent « passer de l’autre coté du miroir »
Excerto do prefácio


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