Percorrendo o escaparate da Barbearia do Senhor Luís, a coluna da direita que se assemelha a um bazar, apareceu-me a maravilhosa irlandesa Sinéad O'Connor (Sinéad Marie Bernadette O'Connor) e veio-me à memória o prazer que tive em viajar para Toronto, por volta de 1990, ao lado desta senhora cantora, acompanhada por uns tipos engraçados de cabeça enfiada nos jogos de computador. O Nothing Compares 2 U estava na berra. Certamente que o Luís não se chateia se eu introduzir aqui a musiquinha, ressalvando que a versão do seu blog é melhor, muito melhor – é igual, mas é melhor.
Luís, não esperes muitas visitas encaminhadas pelo link que te faço. Tem em conta que este blog é muito sumido e irregular. Já agora, obrigado pela referência ao Vida das coisas num dos teus textos no blog do Público “Eleições 2009”. Nota ainda que o francês não é chique e que o nosso Napoleão Bonaparte é que está a dar - refiro-me ao "imperador" e não à Dra. Eduarda Napoleão, ex do Urbanismo, da lista do Exmo. Sr. Dr. Santana Lopes, que vai abrir a festarola de cravo na mão, no dia 25 de Abril.Tiro-lhe o chapéu.Estou ansioso por ver o alinhamento editorial nos diferentes telejornais.
T-shirts e balões para a manif que a Barbearia está a planear em frente Ministério da Economia de Inovação. Vê lá se a coisa serve... Amanhã, com tempo, faço as proposta para o buzinão e alguns suportes para as viaturas. Tá combinado? Que ninguém nos ouça... o mundo está muito, mas mesmo muito perigoso.
O Gerente da Barbearia do Senhor Luís, como seria de esperar, anda atento à legislação produzida pelo Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Economia e da Inovação, quanto às taxas de imposto sobre os produtos petrolíferos e energéticos, no âmbito do Programa Nacional para as Alterações Climáticas, em particular a Portaria n.º 16-C/2008, de 9 de Janeiro. Quando soprou o balão e se meteu neste contenda com o pessoal do petróleo e derivados, fê-lo, acredito, com plena consciência do terreno escorregadio em que enfiava os pés, qual formigão. Agradeço-lhe, claro, o link que me deixou nos comentários, precisamente sobre a matéria em causa, da qual, julgo, já li essencial. Estou, por isso, tentado a aderir ao balão. No entanto, por medida de precaução, neste mundo perigoso, estou, por assim dizer, em estado de ponderação. Desejo, porém, por ser saudável, que o balãozinho se reproduza em grande quantidade na Net e que as buzinas não parem de buzinar. Força Luís! Já agora elucida-me sobre as campanhas para chatear a Esso, a BP, a Repsol, é para ir a Espanha, como fez o Exmo. Sr. Dr. Paulo Portas? Os adeptos vão também lançar balões para as portas dos representantes de uns quantos fundos de investimento que andam muito agitados? - Mudando de assunto, esclarece-me, caso o consigas, sobre uma coisa estranhíssima que está aí a brotar pela calada, denominada Frente Tejo S.A. Não seria também de engendrar um slogan e um balão para boicotar esta “empresa” tão curiosa quanto ambígua.
Como diria o WR(?), que não linko porque não se deve linkar para um Blog vazio, se hoje tiver tempo para escrever um Post será para reflectir sobre se o Espírito Santo terá intercedido na atribuição das casas da Câmara Municipal de Lisboa aos amigos da senhora ex-vereadora Helena Lopes da Costa ou se só actuou iluminando a coisa em forma de língua de fogo. Isto já mete nojo e nunca mais se vê gente desta a ser presa Luis Novaes Tito, in A Barbearia do Senhor Luis
Afinal Luís, a tua Barbearia, certamente desleixando o corte do cabelo, a barba à maneira, a manicura e as massagens, embrenhou-se nestes últimos tempos pelos caminhos tortuosos das cíclicas promessas de mudança de mentalidade do aparelho partidário. Afinal, caro Luís, o teu blogue e a tal de Barbearia são, tão somente, ao que parece, uma fachada partidária. Não entendo essa actual tendência pungente… Ele é Alegre - o que se compreende - e ele é agora Miguel Coelho - o que não se compreende -, difundido com um fervor militante invulgar de quem ainda acredita que a Branca de Neve vai ficar grávida, ter gémeos anões e ser a milionária do bosque. Repito: não entendo. Se calhar deverias alterar o letreiro do blogue. Por exemplo, afixando qualquer coisa deste género: A Barbearia do Camarada Luís. Tinha mais piada e as pessoas sabiam ao que iam - cabelo, barba e pancada na mente com propaganda partidária. Saudações
Ai Luís... Tens mesmo a certeza de que foste feliz nos óculos de sol? Eu não fui feliz nestes oculitos iguaizinhos aos teus. Mas podes ter a certeza que já fui feliz com eles, os Ray Ban, mesmo sem pilotar aviões. Já que estou na Barbearia, quero que saibas que é porreiro, pá, o teu post sobre “Deitar lenha para a lareira”, a saborear um cognac, ao som do crepitar dos Prós e Contras, sobre, não direi bairrismo, mas antes quintinhas, assim como balões de ensaio para a futura regionalização. Na próxima nota sobre “Já fui feliz”, tenta a síntese da lenha, do cognac, do sofá, das pantufas e daquela coisa engraçadíssima que aconteceu na Casa do Artista, no programa televisivo Prós & Contras.
"Ontem quando cheguei a casa tirei uns quantos profiteroles que ainda tinha no congelador, vai daí, como não tinha nem queijo nem espinafres, fiz um molho branco espesso com farinha, leite e uma noz de manteiga, temperei com sal, pimenta e noz moscada, à parte fiz um refogado com cebola, alho e azeite, juntei uma lata de atum desfeito, umas azeitonas verdes picadas e um molho de coentros picados. Misturei o atum com o molho branco e recheei os profiteroles.
Podem ser servidos como entrada ou acompanhados por uma salada para um jantar leve."
Relatos Verídicos Experiências de Quase-Morte Manuel Domingos,
Patrícia Costa Dias,
Paulo Alexandre
O nosso cérebro, é, na realidade, uma máquina fabulosa que consegue efectuar qualquer coisa como alguns muitos milhões de operações por segundo (…). Mas não tenhamos ilusões, (…) a essência do nosso ser não é apenas algo produzido por umas moléculas, por uns átomos.
Manuel Domingos
Presidente da Sociedade Portuguesa de Neuropsicologia
Le point de départ de ce livre est, en janvier dernier, une conversation de Bernard-Henri Lévy avec Nicolas Sarkozy.
De quoi le progressisme contemporain est-il malade et quels sont les symptômes,
les figures, les causes, de cette maladie ? C'est la seconde question qu’il soulève, plus complexe, et qui le conduit à des développements
sur, pêle-mêle, l’anti-américanisme, les mythes de l'empire, la question de l'Islam, le retour de l'antidreyfusisme,
les illusions de l'anti-libéralisme ou le parfum munichois qui rôde autour de nombre de discussions sur la guerre et sur la paix.