Semanada > H. Jackson Brown, Jr.
No Teatro São Luiz
Quando o Inverno chegarSala Principal. 7 a 30 Junho. Quarta a Domingo às 21h00Excepcionalmente às 17h30. Domingo, 24 Junho
Duração: aprox. 2h20
Encenação:
Marco MartinsInterpretação:
Beatriz Batarda, Dinarte Branco, Gonçalo Waddington, Nuno LopesA meio do Outono, encontramos três homens num Sanatório para doentes com doenças respiratórias, nas montanhas. Na realidade, acaba por ser um lugar onde homens de famílias ricas e abastadas são deixados pela família. Existe ali um cemitério (testemunho físico daqueles que nunca chegaram a sair ali), um jardim e a floresta.
Durante o inverno, os homens – trata-se de um sanatório exclusivamente masculino – são obrigados pelas regras do local, estritamente mantidas por freiras, a permanecer dentro de casa. Durante temporadas aborrecem-se de morte naquele local e fantasiam bastante sobre a sua vida passada e futura longe dali. Quando o tempo melhora, podem finalmente passear pela floresta.
Paralelamente à melhoria do tempo, observamos a vida de Lena que, há varias semanas, caminha pela floresta em busca do seu marido que ela julga desaparecido, mas que rapidamente nos apercebemos que fugiu dela. Lena é destemida. Só essa coragem quase inumana explica que se tenha posto a caminho, no fim da gravidez, sem certezas, procurando o marido (Lucas) na montanha. Ao fim de várias semanas de estrada, desesperada, Lena irá tentar enforcar-se na floresta. Lena não quer pôr aquela criança no mundo sem um pai. Os três homens do sanatório irão salvá-la.
Os homens vão tomar conta desta rapariga e escondê-la numa estufa abandonada. Ao mesmo tempo, vão redescobrir a vida de que, lentamente, desistiram e vão redescobrir os seus próprios sentimentos, coragem e verdade. Desta forma, a personalidade dos três homens e de Lena acaba por revelar-se para lá da superfície mais imediata. Ficamos a conhecer os seus segredos, as suas forças e as suas fraquezas.
Sinopse
Teatro S. LuizEtiquetas: Teatro
Há petróleo no Beato*
E se houvesse petróleo no Beato? Sim, no Beato, em Lisboa, mais precisamente no quintal do Horácio? Isso é que era uma grande descoberta! Família em polvorosa, amigos invejosos, vizinhos coscuvilheiros e uma parafernália de “penduras” e aldrabões. Mas petróleo, coisa de sheikes árabes, é coisa para o Horácio ficar milionário! E um milionário no Beato não aparece todos os dias! O pior é que a sorte grande só sai aos outros e o petróleo também...
Lauro António é o autor do
Vá.Vá.diando - o Blogue, que é também uma extensão do espaço de tertúlia café/restaurante
VáVá, ali nos Estados Unidos da América, “
lugar moderno e arejado, com uma esplanada virada para as novas avenidas de Lisboa que simbolizavam a modernidade e o cosmopolitismo de uma emergente burguesia citadina, marcou a geografia urbana de uma geração“. De facto, relembrando, perdi a conta às bicas que aí tomei.

Serve o título “
Há petróleo no Beato“, não para legendar esta correria para a Câmara Municipal de Lisboa, mas para anotar a
homenagem que Lauro António presta a Raul Solnado, sobre o qual, por questões de proximidade familiar, prefiro remeter para o excelente registo no blog
Vá.Vá.diando.
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*Há petróleo no Beato. Realização: Oliveira Costa (Portugal, 1964) Argumento: Raul Solnado, Júlio César, Francisco Mata, Gonçalves Preto; Produção: RTP / Maria José Mendonça. Intérpretes: Raul Solnado, Alexandra Solnado, Carlos Cunha, Alexandra Prado, Alda Pinto, João Grosso, Júlio César, João Coelho, Cândido Mota.
Exibido na RTP
Blog Vá.Vá.diandoEtiquetas: Raul Solnado, Teatro
Dúvida

Via
Indústrias Culturais cheguei a uma informação mais detalhada sobre a
Dúvida, de
John Patrick Shanley, em cena no
Teatro Maria Matos. Ao que parece não terminou em 6 de Maio e as actuações prolongam-se por mais uns dias, até dia 10, com lotação esgotada. Encenada por
Ana Luísa Guimarães, a cenografia é de
João Mendes Ribeiro.
Dúvida é interpretada pela admirável
Eunice Muñoz e por
Diogo Infante, Isabel Abreu e Lucília Raimundo.
1964. Uma igreja e escola católicas. Bronx, Nova York. Um Padre é suspeito de assediar sexualmente uma criança de 12 anos. A Madre Superiora acusa-o. O Padre reclama a sua inocência. Será ele culpado ou inocente?
Blog Indústrias Culturais
Site do Teatro Maria MatosEtiquetas: Divulgação, Teatro
Cartas de marear
Estava a ver que ninguém entendia a mensagem encriptada da nêspera…
A minha amiga
Olívia informou-me na caixa dos comentários que os
Contos do Gin-Tonic foram reeditados. Depois desta onda de salazarismos balofos, a notícia vem atenuar algumas apreensões quanto ao futuro mental dos portugueses, apesar de serem os mesmo que provocaram o défice, os que agora vendem soluções milagrosas para ficarmos com aspecto decente. Se é possível reeditar os contos de
Mário-Henrique Leiria, homem de imensos engenhos e profissões, surrealista, militante, sabe-se lá se de grandes actividades, do Partido Revolucionário do Proletariado, é porque nem tudo está perdido.
Vidas Lusófonas > Mário-Henrique LeiriaNaturalmente que somos endereçados para
Mário Viegas. Através dele aportamos na
Companhia Teatral do Chiado. E aproveita-se a ocasião para divulgar a peça em cena
Vampiras lésbicas de Sodoma, de Charles Busch.
Imagem do Álbum Backstage, nas galerias Escrita com Luz, de Manuel Luís Cochofel, nos bastidores das vampiras lésbicas.
Álbum Backstage de Manuel Luis Cochofel
Companhia Teatral do ChiadoUma dúvida a despropósito: que raio faz o
Mário Viegas entalado no post sobre Lula e Bush, uma nota de 1 de Abril, no blog
Hoje há conquilhas? E depois o João é que é a maria-cachucha da net.

Blog Hoje há conquilhas > Blog Amanhã não se sabeEtiquetas: Livros, Surrealismo, Teatro
O prazer de ler as notas
Monólogos em palco, num bom palco, é coisa que adoro. Cenários minimalistas, num bom palco, a exibirem e a esforçarem, sem redundâncias decorativas, o talento dos actores, outra coisa que me encanta. É por isso que anoto um excerto de uma nota no blog
Da Literatura, sobre a
Apologia de Sócrates, em cena no
Estúdio Zero, no Porto, que recomendo a leitura. É tão breve quanto melodiosa. E é sobre um trabalho teatral de Rogério de Carvalho e da Companhia de Teatro As Boas Raparigas, uma nota que me faz imaginar outros monólogos talentosos e outros espaços cénicos minimalistas: (…) «
Num cenário adequadamente minimalista, o grau de exposição de cada um dos actores é o mais elevado possível, visto que cada fala, dada a inexistência de réplicas, corresponde a um monólogo. O excelente resultado depende, assim, em grande medida, da dicção cuidada dos três intervenientes e dos seus movimentos sem falhas…»
Da Literatura > Apologia da PalavraEtiquetas: Teatro