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When you lose, don't lose the lesson

terça-feira, setembro 01, 2009

Está tudo doido, efectivamente

Recomendo apenas a leitura deste post do professor Adelino Maltez, que tem tanto de engraçado quanto de sério. Vale o tempo que passamos a lê-lo.

Se este estúpido ambiente de decadência agravar a demência, não há capacidade de análise politológica para as esquizofrenias. Bastam as análises de costumes sobre os anjos decaídos. É que, para o homem comum, onde a tolerância é o ar que se respira, não estamos divididos entre o atavismo inquisitorial da velha reacção congreganista e o delírio dos pretensos semeadores dos amanhãs que cantam.
(...)
Uso o futuro no condicional e não faço o catálogo panglóssico do presente governo. Não não vou por aí, não subscrevo os bonzos do rotativismo e, muito menos, os endireitas e canhotos que querem coligações à direita e à esquerda do que está, para que tudo fique na mesma, desde que eles sejam ministros.
José Adelino Maltez, no blog Sobre o tempo que passa

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quinta-feira, maio 14, 2009

“salazarismo dito democrático”

À hora do “nespresso”, um sublinhado no Sobre o tempo que passa, para animar a tarde.

Por outras palavras, a partir de Outubro, a democracia portuguesa vai ter resultados eleitorais que a forçarão à procura de uma regeneração que nos livre da demagogia eleitoralista de leis feitas à pressa, onde tanto se procura a criminalização do enriquecimento ilícito, como, no dia seguinte, se permite a imagem do deboche no financiamento partidário. Assim, quando alguns dos nossos companheiros de blogosfera, coerentes no seu anti-socratismo primário, logo se volvem em seguidistas dos bons sinais de mudança vindos do PSD, cá por mim continuo a não estar disposto a passar um cheque em branco a quem ainda não pediu perdão ao povo por ter sido causas dos mesmos vícios que agora cantarola contra o PS.
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segunda-feira, março 30, 2009

Sublinhado (2)

O exemplo dos Magalhães trocados por telemóveis, que borram a pintura desta anedota de um socialismo pretensamente tecnológico, apenas confirma como os doutrinarismos das abstracções e das utopias não andam com os pés no chão e acabam por desfocar a necessidade de continuarmos a olhar as estrelas e a seguirmos o sonho.
José Adelino Maltez, in blogue Sobre o tempo que passa
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Sublinhado (1)

Da crise de 29 do século passado, os EUA foram para o New Deal, enquanto a Europa se encafuou nos extremismos mórbidos e assassinos do fascismo e do comunismo. Agora, nesta crise, a América foi buscar Obama. A Europa quer ir para onde com Durão Barroso ao leme?
João Tunes, in blogue Água lisa
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domingo, junho 08, 2008

Ponderar as dúvidas

Os defensores da feudalidade ou da mera tecnocracia estadual não deixam espaço para os sonhadores do novo reino e do melhor regime, nem que seja o império do espírito, do poder dos sem poder, para podermos coroar as criancinhas. Agostinho da Silva nunca percebeu nada de finanças públicas. O passado e o presente esmagam as saudades de futuro.
Adelino Maltez, no blog Sobre o tempo que passa
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quinta-feira, maio 01, 2008

Utilidades, em teoria e na prática



A nota com o título “Dos falsos arrependimentos marxistas, aos regressos a jacobinismos e a positivismos que gostavam de ter um déspota iluminado “, do resistente Prof. Adelino Maltez, demora uns dez minutos a ler pausadamente. Mas vale o tempo gasto. Recomenda-se, portanto. Siga-se o link.
E, como salienta Giovanni Sartori,"a acção do marxismo demonstrou nos últimos cinquenta anos, a falta de unidade entre teoria e praxis; mostrou que a praxis se inverte, ao contrário do que previa e desejava a teoria....
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sexta-feira, março 28, 2008

A não ser…


A não ser que nos queiram transformar numa sociedade de muitas "cortes de aldeia".
In Sobre o tempo que passa
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terça-feira, janeiro 15, 2008

Porque cavalos e burros…



Julgamos que, mais do que a crítica à democracia, o que Platão faz é uma crítica à classe política que a dominava, marcada pelo facciosismo. Uma classe política onde primava a ignorância e a incompetência e que vivia da adulação das massas. Porque os cavalos e burros andam pelas ruas, acostumados a uma liberdade completa e altiva, embatendo sempre contra quem vier em sentido contrário, a menos que saiam do caminho. Sobretudo, a falta de respeito pelas leis acabam por não se importar nada com as leis escritas ou não escritas, como sabes, a fim de que de modo algum tenham quem seja senhor deles.
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