Semanada > H. Jackson Brown, Jr.
Está tudo doido, efectivamente
Recomendo apenas a leitura
deste post do professor Adelino Maltez, que tem tanto de engraçado quanto de sério. Vale o tempo que passamos a lê-lo.
Se este estúpido ambiente de decadência agravar a demência, não há capacidade de análise politológica para as esquizofrenias. Bastam as análises de costumes sobre os anjos decaídos. É que, para o homem comum, onde a tolerância é o ar que se respira, não estamos divididos entre o atavismo inquisitorial da velha reacção congreganista e o delírio dos pretensos semeadores dos amanhãs que cantam.
(...)
Uso o futuro no condicional e não faço o catálogo panglóssico do presente governo. Não não vou por aí, não subscrevo os bonzos do rotativismo e, muito menos, os endireitas e canhotos que querem coligações à direita e à esquerda do que está, para que tudo fique na mesma, desde que eles sejam ministros.
José Adelino Maltez, no blog Sobre o tempo que passa
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Feitores e capatazes…
Um sublinhado numa nota do professor
Adelino Maltez, a propósito do próximo acto eleitoral.
Garanto-vos que, por tudo isto, não irei votar nos regeneradores alargados nem nos progressistas. Abaixo o devorismo! Já não me levam nessa do voto útil...
Adelino Maltez no blogue Sobre o tempo que passa
Sobre o tempo que passa
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Ponderar as dúvidas
Os defensores da feudalidade ou da mera tecnocracia estadual não deixam espaço para os sonhadores do novo reino e do melhor regime, nem que seja o império do espírito, do poder dos sem poder, para podermos coroar as criancinhas. Agostinho da Silva nunca percebeu nada de finanças públicas. O passado e o presente esmagam as saudades de futuro.
Adelino Maltez, no blog Sobre o tempo que passa
Sobre otempo que passa
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Ajuda a pensar…

Quase todas as notas de
José Adelino Maltez, no blog
Sobre o tempo que passa, merecem o tempo que as levamos a ler. Aprende-se ou, no mínimo, relembra-se a matéria dada. Por isso, não é uma questão de estratégia editorial registar um link. É, isso sim, uma deferência fundamental. Aqui fica, pois, mais uma sugestão de leitura, esta sobre “
A ética da irresponsabilidade”.
A segunda interpreta a acção em termos de meios–fins e é marcada pelo supra-individualismo, defendendo a eficácia de um finalismo que escolhe os meios necessários, apenas os valorando instrumentalmente, dizendo, por exemplo, como em Maquiavel, que a salvação da cidade é mais importante que a salvação da alma. Mas, as duas, segundo Weber, não são contraditórias, elas completam-se uma à outra e constituem em conjunto o homem autêntico.
Posted by JAM, in blog Sobre o tempo que passa
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