Semanada >   H. Jackson Brown, Jr.
When you lose, don't lose the lesson

sexta-feira, março 14, 2008

Em dia de greve...



(Ora… Marta, claro que sim! Claro que sou pelo chico espertismo)

A Cristina, do Contra-capa, afirma ser pelo Estrela da Amadora (ver caixa de comentários do post anterior), em contraponto ao multibanco, aos cheques visados e à transparência dos fluxos de dinheiro, sobretudo os que ajudam a pagar as facturas das digressões e dos cartazinhos das campanhas - tal como uns dinheiros a uma rapaziada, sem recibo verde. Andrade Neves, creio que presidente do Estrela e ex-presidente da Câmara da Amadora, agradece o o alinhamento da Cristina, e o famoso internacional Mourinho, ao ler (certamente) o blog de Cristina Vieira, ficará radiante, já que recordará os tempos da forja, aqueles confundidos momentos iniciais do pontapé na bola, que o ajudaram a consubstanciar o superego de vedeta treinadora, um homem invulgarmente apaixonado por si próprio - mas que, reconheçamos, na realidade ganha jogos e treina os outros a meter golos na baliza do próximo.

(Ora… Marta, claro que sim! Claro que sou pela opacidade)

Enfim… habituado aos posts sobre grandes causas, de temas transversais graves e para os quais os poderosos se estão marimbar, até às notas sardónicas, com imensa piada, realmente é de ter em conta quando a Cristina recomenda o Estrela - e assim (re)acrescentemos, por conseguinte, o Estrela aos nossos clubismos, que já são muitos.
Pessoalmente, contudo, antes de ser pela pedagogia sobre a moralização dos financiamentos ou voltar a vestir a camisola do Estrela, declaro que sou, nos tempos que correm, pelo que a personagem representa, um fervoroso adepto do Sporting, de nome Anastácio, o tal Leão da Estrela do filme com o mesmo nome, que é a representação de muita gente que anda por aí em lugares de poder pequeno e grande. Sou, pois, Cristina, pelo Leão, o tal animal feroz, que por qualquer rebate de consciência transcendente, se tornou subitamente generoso.

(Ora… Marta, claro que sim! Claro que sou pela lavandaria)


Cartaz de "O Leão da Estrela", de Arthur Duarte. Col. Cinemateca Portuguesa. Longa metragem de 1947. Com António Silva (Anastácio), Milú (Jujú), Maria Eugénia (Branca), Erico Braga (Barata), Laura Alves (Rosa), Fernando Curado Ribeiro (Eduardo), Artur Agostinho (Miguel, o Motorista), Maria Olguim (Carlota), Cremilda de Oliveira (Madame Barata), Tony d’Algy (Comandante) e Óscar Acúrsio (Filipinho).

(Ora… Marta, claro que sim! Claro que me esforço a pensar...)
Anastácio, homem modesto, pai de Jujú e Branca, é um ferrenho adepto do Sporting e quer ir ao Porto ver o desafio entre o seu clube e o clube da Invicta. Aproveita a oportunidade para poder ficar em casa da família Barata, que é rica e cujo o filho namora a sua filha Branca. Durante a estadia, Anastácio faz crer à família Barata que é da mesma condição social, possuindo bastantes bens e dinheiro. Mas tudo se complica, quando é Barata que lhe anuncia uma visita a Lisboa.
Luís de Pina, in História do Cinema Português, ed. Europa-América, col. Saber, 1991
seta link Contra-capa
seta link Claras em Castelo
seta link Estrela da Amadora
seta link Sportim
seta link José Mourinho
seta linkA barbearia do Senhor Luís
seta linkEuropa-América

Nota: este modelo de links é ao estilo do Luís Novaes Tito, do blog A Barbearia do Senhor Luís, assim muitos, para ficar mais giro. Ainda me tentou fazer um icon com uma tomada USB 2.0 macho... para ironizar com a oferta desmesurada de links no blog citado. Que trabalhão, Luís.


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domingo, outubro 21, 2007

Porreiro, pá !

Os jogos do Sporting > Fátima e Benfica > V. Setúbal, mesmo para quem pouco ou nada percebe de bola, foram declaradamente uma porcaria. Do jantar com amigos safaram-se os chocos fritos com alho, que estavam saborosos.

filete-picotado

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domingo, setembro 23, 2007

O novo mundo do futebol ?



Sem qualquer preconceito, não presto atenção às coisas que se sucedem no universo da bola. Leio, às vezes, as primeiras páginas dos jornais da especialidade nas bancas e raramente assisto às notícias desportivas que fecham os telejornais. É, se quisermos, um defeito que se instalou na minha mente na adolescência, apesar de me terem feito sócio do Benfica com uns cinco anos. Mas desta vez, ouvindo involuntariamente as declarações de Mourinho, pareceu-me que há ali uma estratégia de imagem bem sustentada, um talentoso actor, com posição garantida no teatro nacional, um tipo que joga qualquer coisa excepcional a merecer a nossa atenção. Um tipo que faz parte de um naipe de portugueses invulgares, tal o caso, por exemplo, de Figo. Nota-se que é um apaixonado pelo futebol. E nota-se também que dá tudo por dinheiro. Um homem de sorte e um bom profissional.

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terça-feira, maio 22, 2007

Provavelmente está tudo por explicar… (IV)


Triangulações e faxes…

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