Da água (lisa) e do crude

Alas, poor world, what treasure hast thou lost!
William Shakespeare (Venus and Adonis)
Dois posts excelentes, de saborear na leitura, sobre assuntos distintos, ambos interessantes. Duas boas lições. Registo curtos excertos e sem a devida autorização do autor.
Hoje, Angola é o que é, não “nossa”, mas longe, muito longe, de ser dos angolanos. E é um dos expoentes mais detestáveis da parte rica de África, como a querer demonstrar que, depois de Mobutu, o pior ainda podia estar para chegar.
João Tunes, no Água Lisa 6, do post "Uma coincidência no olhar o Sul"
Mas quando a mama é boa, a vontade atractiva pela teta resvala para o sensual, não é? Diga-se então que o governo está bloqueado no encontro de soluções corajosas porque vive em êxtase saboroso perante uma "facilidade" de equilíbrio orçamental com que a alta do crude lhe afagou o regaço.
João Tunes, no Água Lisa 6, no post "Mais um bode expiatório para a colecção (2)"
Água Lisa 6 > Uma coincidência no olhar o Sul
Água Lisa 6 > Mais um bode expiatório para a colecção (2)
Etiquetas: Africa, Petroleo
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