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quarta-feira, abril 11, 2007

El Tintoretto


El Tintoretto. Ariadne, Venus e Bacchus.


Imagem em Indústrias Culturais

O que registei do post no Indústrias Culturais sobre Jacopo Robusti, El Tintoretto (1518-1594), é que a diferença entre portugueses e espanhóis assenta no facto dos primeiros fazerem bicha para comprar recargas do Nespresso e os espanhóis para visitar a exposição de pintura de Tintoretto, no Museu do Prado, como mostra a imagem e nos alerta Rogério Santos. E fica tudo dito quanto a novos públicos, aliás, públicos esses mais virados para os espectáculos televisivos sobre as vidinhas e canudos hipotéticamente endrominados do primeiro-ministro. Coitado do José Sócrates. Aturar esta gente é cá um petisco...
Por el poder de su imaginación, el virtuosismo de sus pinceles, la fuerza de su personalidad y la magnitud de su producción, Tintoretto dominó la pintura veneciana de la segunda mitad del siglo XVI.
Jacopo Tintoretto (Venecia, 1518-1594) compartió con Tiziano y Vernoés una misma "bravura" del pincel puesta al servicio de nuevas exigencias narrativas, pero fue más allá al crear un estilo que sintetizaba lo veneciano y lo toscano, aunando el colorido de Tiziano con el dibujo de Miguel Ángel.
Esta exposición, la primera monográfica que se dedica a Tintoretto desde la celebrada en Venecia en 1937, recorre toda la carrera de este artista singular, el "cerebro más extraordinario que jamás haya tenido la pintura" en palabras de Giorgio Vasari (1568).
A través de 49 pinturas distribuidas en cuatro secciones cronológicas (Los inicios: hasta 1546; Los años decisivos: 1547-1555; Los grandes ciclos pictóricos: 1556-1575 y Los últimos años: 1576-1594), la exposición alterna retratos, mitologías y cuadros de altar, pero otorga un protagonismo especial a la pintura narrativa religiosa, terreno en el que Tintoretto alcanzó sus mayores logros en grandes composicones sabiamente equilibradas por el uso del color y la luz donde la figura humana en movimiento se erige en piedra angular de su arte.
Excerto do catálogo
Blog Indústrias Culturais
Museo del Prado

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3 Comments:

At 4:11 da tarde, Anonymous Olívia said...

Concordo inteiramente contigo. O importante é a vida dos outros. O enriquecimento pessoal, seja ele a que título for, não desperta qualquer interesse para a maioria das pessoas. Ainda temos que comer muita broa...

 
At 4:41 da tarde, Anonymous Olívia said...

...Embora a exposição do Amadeu de Souza Cardoso tenha sido muito concorrida. Estou agora a lembrar-me que tentei ir lá várias vezes e havia sempre montes de gente. Alías, pasme-se, a exposição este aberta durante a última noite, tal a movida!

 
At 5:30 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Uma coisa não retira a vez da outra. TEr consciência política não exclui o interesse cultural. Aliás, o primeiro obedece a uma lógica de bem colectivo, o segundo o de bem individual, pessoal. Quando ao coitado do Sócrates, que objectivamente mentiu, não só nisto mas desde o início - as promessas da campanha esfumaram-se após a eleição, sob o pretexto barroco de desconhecimento da situação das contas públicas -, deixe-me dizer-lhe: coitados dos portugueses, só lhes faltava um bluff como o Sócrates.

 

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